

Em 2015, o Jornal Nacional apresentou a menina Gigi, que na época tinha um ano. Ela precisava de um transplante pra curar uma doença grave. Desde então, nós acompanhamos a rotina da família dela. A família Oliveira está diferente e mais feliz - não só porque ganhou mais um integrante, mas por tudo que ele trouxe! Quando ainda eram apenas três, a Juliana, o Hugo e a Giovana apareceram no Jornal Nacional, há quase dois anos, numa série especial de reportagens sobre fertilização in vitro e a técnica de seleção de embriões. Eles já queriam ter mais um filho. E, se ele fosse 100% compatível geneticamente com a irmã, poderia salvar a vida dela. É que a Giovanna nasceu com o tipo mais grave de anemia falciforme, uma doença que afeta a circulação do sangue e pode levar à morte. O único jeito de curar a Gigi era com transplante de medula. “Ainda se utiliza transplante com doador 100% compatível. De preferência inclusive familiar”, explica Nelson Hamerschlak, médico do Hospital Albert Einst

Forçado a deixar a lista de inscritos do Málaga no Campeonato Espanhol devido à uma lesão no joelho direito, o zagueiro brasileiro Weligton vem realizando um tratamento regenerativo com células-tronco para tentar acelerar a recuperação. Weligton, que já foi capitão do time, mas teve de ceder a inscrição como extracomunitário ao meia-atacante venezuelano Adalberto Peñaranda, ainda não sabe se poderá voltar a jogar. Aos 37 anos, ele vem exercendo a função de assistente técnico no clube espanhol. Assessorado pelo departamento médico do Málaga, o defensor vem realizando um tratamento programado pelo traumatologista Vicente de la Varga, segundo informações divulgadas pelo clube. A estimulação com infiltrações de células-tronco tem o objetivo de regenerar a área lesionada do joelho, o que aumentaria as chances de o brasileiro retomar as atividades na próxima temporada. Comentário CCB: Em muitos países a utilização de células-tronco mesenquimais para tratamentos ortopédicos já é regula

Um instituto nacional de saúde e uma empresa de célula e engenharia de gene assinaram um acordo sobre uma nova plataforma de compartilhamento para apoiar a pesquisa com células-tronco de cordão umbilical. Um banco de sangue de cordão umbilical no Município de Tianjin vai arquivar as informações. O banco de sangue é uma filial da VCANBIO Cell&Gene Engineering, que é a maior rede de armazenamento de recursos de célula no país com mais de 300 mil cópias. Ela é atualmente a única empresa do tipo listada na bolsa chinesa. "A plataforma nacional de serviço de recurso compartilhado de células-tronco de cordão umbilical, uma vez com dados suficientes para compartilhar, será um recurso aberto", disse Wang Dehai, do instituto de ciência e tecnologia da Comissão Nacional da Saúde e Planejamento Familiar. Transplantes de células-tronco de sangue de cordão umbilical são usados para tratar doenças graves e refratárias como talassemia severa, leucemia linfocítica aguda e leucemia mielóide aguda.

Esse tipo de célula, conhecido pela grande capacidade de regeneração, hoje pode ser empregado no tratamento de mais de 80 doenças. Na reta final de “A Lei do Amor”, a personagem Letícia, descobriu que está novamente com leucemia. Ao que tudo indica terá a vida salva após fazer um transplante de células-tronco do sangue do cordão umbilical do irmão. A história está longe de ser pura fantasia e o tratamento, consagrado como uma terapia segura e eficaz, já salvou a vida de muita gente. As células-tronco dão origem às células adultas que constituem todos os tecidos e órgãos do corpo humano. Por essa capacidade de regeneração, podem ser usadas no tratamento de diversas doenças, entre elas a leucemia. Há dois tipos de células-tronco: as embrionárias, que não podem ser usadas em estudos ou tratamentos; e as adultas. Estas últimas são encontradas no cordão umbilical e na medula óssea. As células-tronco de sangue de cordão umbilical podem ser empregadas em quaisquer terapias às quais se apl

A necessidade por mais doações de sangue parece ser um problema sem fim. Entre interrupções do processo de doação, medo de agulhas, tipos raros de sangue e falta de consciência geral, é difícil de manter bancos de sangue sempre com bons estoques. Mas uma equipe de pesquisadores encontrou uma maneira de fabricar sangue artificial que pode gerar um impacto para milhões de pessoas. Cientistas da Universidade de Bristol e do NHS Blood and Transplant recentemente publicaram sua pesquisa na revista Nature. Eles mostraram que um suprimento de sangue ilimitado pode ser alcançado por meio de um processo de “imortalização” de células-tronco num estágio inicial. Antes, os pesquisadores conseguiram sintetizar o sangue ao isolar um tipo de célula-tronco que fabrica os glóbulos vermelhos e a manipulando para realizar esse trabalho em laboratório. Infelizmente, as células-tronco tendem a ficar exaustas ao produzir cerca de 50 mil glóbulos vermelhos. Uma bolsa de sangue média contém cerca de um tr