

Um instituto nacional de saúde e uma empresa de célula e engenharia de gene assinaram um acordo sobre uma nova plataforma de compartilhamento para apoiar a pesquisa com células-tronco de cordão umbilical. Um banco de sangue de cordão umbilical no Município de Tianjin vai arquivar as informações. O banco de sangue é uma filial da VCANBIO Cell&Gene Engineering, que é a maior rede de armazenamento de recursos de célula no país com mais de 300 mil cópias. Ela é atualmente a única empresa do tipo listada na bolsa chinesa. "A plataforma nacional de serviço de recurso compartilhado de células-tronco de cordão umbilical, uma vez com dados suficientes para compartilhar, será um recurso aberto", disse Wang Dehai, do instituto de ciência e tecnologia da Comissão Nacional da Saúde e Planejamento Familiar. Transplantes de células-tronco de sangue de cordão umbilical são usados para tratar doenças graves e refratárias como talassemia severa, leucemia linfocítica aguda e leucemia mielóide aguda.

Esse tipo de célula, conhecido pela grande capacidade de regeneração, hoje pode ser empregado no tratamento de mais de 80 doenças. Na reta final de “A Lei do Amor”, a personagem Letícia, descobriu que está novamente com leucemia. Ao que tudo indica terá a vida salva após fazer um transplante de células-tronco do sangue do cordão umbilical do irmão. A história está longe de ser pura fantasia e o tratamento, consagrado como uma terapia segura e eficaz, já salvou a vida de muita gente. As células-tronco dão origem às células adultas que constituem todos os tecidos e órgãos do corpo humano. Por essa capacidade de regeneração, podem ser usadas no tratamento de diversas doenças, entre elas a leucemia. Há dois tipos de células-tronco: as embrionárias, que não podem ser usadas em estudos ou tratamentos; e as adultas. Estas últimas são encontradas no cordão umbilical e na medula óssea. As células-tronco de sangue de cordão umbilical podem ser empregadas em quaisquer terapias às quais se apl

A necessidade por mais doações de sangue parece ser um problema sem fim. Entre interrupções do processo de doação, medo de agulhas, tipos raros de sangue e falta de consciência geral, é difícil de manter bancos de sangue sempre com bons estoques. Mas uma equipe de pesquisadores encontrou uma maneira de fabricar sangue artificial que pode gerar um impacto para milhões de pessoas. Cientistas da Universidade de Bristol e do NHS Blood and Transplant recentemente publicaram sua pesquisa na revista Nature. Eles mostraram que um suprimento de sangue ilimitado pode ser alcançado por meio de um processo de “imortalização” de células-tronco num estágio inicial. Antes, os pesquisadores conseguiram sintetizar o sangue ao isolar um tipo de célula-tronco que fabrica os glóbulos vermelhos e a manipulando para realizar esse trabalho em laboratório. Infelizmente, as células-tronco tendem a ficar exaustas ao produzir cerca de 50 mil glóbulos vermelhos. Uma bolsa de sangue média contém cerca de um tr

A saúde de Letícia (Isabella Santoni) não está nada boa. Helô (Claudia Abreu) e Pedro (Reynaldo Gianecchini) conversam com o médico para saber como está o tratamento da filha. "Mas vamos vencer esta leucemia de outra maneira! Nós vamos fazer um transplante!", avisa o doutor. Tenso, Pedro comenta que não é tão fácil encontrar medula compatível por aí. Mas o médico dá uma esperança ao casal: "As chances da medula de um pai ou uma mãe ser compatível com a de um filho é pequena! Já a medula de um irmão... Que tal falarmos com o Edu?". O velejador também lembra da gravidez de Helô e o doutor diz que pode colher a medula do cordão umbilical, mas o nascimento ainda está longe. Comentário CCB: A esperança médica em tecnologias avançadas, como a terapia celular para tratamentos de doenças graves, já é uma realidade mundial e praticada também com muita eficiência no Brasil. Fonte: G1

Cientistas nos Estados Unidos descobriram duas proteínas em células cancerígenas cuja supressão e tratamento com quimioterapia poderia curar vários tipos de câncer, é o que revela um estudo publicado revista "Nature" (20/03/2017). A pesquisa, desenvolvida pelo Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, no estado de Ohio, conseguiu eliminar um tipo de leucemia humana em ratos graças a este novo tratamento, que combina o bloqueio das proteínas sinalizadoras c-Fos e Dusp1 e a quimioterapia, destacam seus responsáveis. Os especialistas indicam que esta técnica permitirá enfrentar a leucemia mielóide aguda (AML, em inglês), alguns tipos de câncer de pulmão e de mama, e também a leucemia mielóide crônica (CML), entre outros. "Acreditamos que nos próximos cinco anos nossos dados mudarão a forma como as pessoas abordam o desenvolvimento do câncer e o tratamento", explicou o especialista responsável pela pesquisa, Mohammad Azam. "Este estudo identifica um possível 'calcanhar de aqu