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Notícias

9 de fevereiro de 2017

Você sabe a diferença entre doença genética e hereditária?

Herdamos dos nossos pais um código, o DNA, que carrega toda nossa informação genética. É ele que diferencia uma pessoa e outra, desde a cor dos olhos até a suscetibilidade para doenças. Neste cenário, há quem diga que ao apresentar alguma patologia, a herança também é da família. Mas não é bem assim. É necessário  que as pessoas compreendam que doença genética não é sinônimo de doença hereditária. Todas as doenças hereditárias são genéticas, mas nem todas as doenças genéticas são hereditárias. As doenças genéticas são desenvolvidas a partir de um erro no material genético que podem aparecer pela primeira vez na família, como a síndrome de Down. As doenças hereditárias mostram a tendência de uma pessoa ter o problema, mas isso não quer dizer obrigatoriamente que ela terá. Se na família do pai e da mãe existem casos de diabetes, hipertensão, é mais provável que o filho possa ter essas doenças. A probabilidade de elas se manifestarem também pode depender da interação com o ambiente e

2 de fevereiro de 2017

Parkinson e diabetes estão entre as dez doenças que poderão ser tratadas com células-tronco

Em 2001, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, assinou uma ordem executiva proibindo o governo federal de financiar novas fontes de células-tronco desenvolvidas a partir de embriões humanos para implante. O ato brecou a pesquisa e desencorajou os cientistas. Shinya Yamanaka, diretor do Centro para Pesquisa e Aplicação de Célula iPS da Universidade de Kyoto Cinco anos mais tarde, um cientista da Universidade de Kyoto, Shinya Yamanaka (foto), e seu aluno de pós-graduação, Kazutoshi Takahashi, deram novo ânimo ao campo criando uma técnica para "reprogramar" qualquer célula adulta, por exemplo, uma célula da pele, e persuadi-la a voltar ao estágio "pluripotente" inicial. A partir daí ela pode se tornar qualquer tipo de célula, do músculo cardíaco à de um neurônio. Esse avanço deixou de lado a controvérsia com embriões, oferecendo aos pesquisadores um suprimento ilimitado de células-tronco. Yamanaka dividiu o prêmio Nobel de 2012 de Fisiologia ou Medicina por reprogram

27 de janeiro de 2017

Impressora 3D com biotinta de células-tronco fabrica implante para coluna vertebral

Cientistas da Universidade de Cornell (EUA), liderados pelo Dr. Lawrence J. Bonasser, estão inovando na cirurgia de coluna vertebral: eles querem utilizar técnicas de impressão 3D carregadas com biotinta infundida de células-tronco para reparar os discos da coluna vertebral degenerativas de 30 milhões de norte-americanos. Dr. Bonasser não é estranho ao mundo da impressão 3D. Ele já liderou o desenvolvimento de ouvidos humanos protéticos quase perfeitos. Mas o seu mais novo projeto é intensificar ainda mais a linha entre a realidade e a ficção científica. Impressora 3D pode revolucionar a medicina Imaginem uma sala de operação que mais parece uma baía de impressão. A mesa cirúrgica é equipada com dispositivos de digitalização. Logo depois de o paciente ser preparado para a cirurgia, a impressora inicia a impressão de cordas de células estaminais em porções altamente específicas do disco vertebral do paciente. Como a cirurgia é longa, as células-tronco começam a decretar a “programaç

20 de janeiro de 2017

Cientistas encontram “atalho” para curar a cegueira com células-tronco

Sem dúvida, o potencial de tratamento das terapias com células-tronco é extraordinário. No entanto, há um obstáculo que os cientistas estão trabalhando para superar: certificar que as células sobrevivam no corpo humano tempo suficiente para que funcionem. Agora, os cientistas do Buck Institute, nos EUA, podem ter encontrado uma maneira de fazer isso acontecer. Em um estudo publicado na revista Cell Stem Cell, os pesquisadores conseguiram observar demonstrações de restauração da visão de longo prazo através de transplantes de fotorreceptores usando células-tronco humanas. Eles conseguiram evitar a rejeição do sistema imunológico das células-tronco, bloqueando as respostas imunes habituais que desencadeiam a rejeição delas pelo corpo do receptor. Originalmente, não estava claro se os fotorreceptores transplantados simplesmente morriam antes de serem eficazes ou se eles eram desligados pelo sistema imunológico do corpo. Deepak Lamba, autor do novo estudo, explica que os cientistas pen

12 de janeiro de 2017

Unesp desenvolve pesquisas pioneiras com células-tronco e experimentos em humanos

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) do campus de Assis desenvolvem pesquisas com células-tronco que poderão influenciar positivamente no tratamento de várias doenças. Uma das iniciativas mais promissoras é a que lida com pessoas que têm enfisema pulmonar. Outra trata de feridas causadas por diabetes, com resultados palpáveis. O médico geneticista e professor João Tadeu Ribeiro Paes, do Departamento de Ciências Biológicas da Unesp de Assis, está à frente dessas pesquisas, como coordenador do Laboratório de Genética e Terapia Celular (GenTe Cel) e orientador de vários pesquisadores, tanto na Unesp quanto na Universidade de São Paulo (USP). Em 2011, trabalho desenvolvido no laboratório rendeu a primeira publicação científica, em nível mundial, sobre o uso de células-tronco no tratamento de enfisema pulmonar. Modelo animal – O enfisema pulmonar é uma doença resultante da degradação das paredes dos alvéolos que compõem o pulmão. Sua causa principal é o tabagismo. A p

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