

A saúde de Letícia (Isabella Santoni) não está nada boa. Helô (Claudia Abreu) e Pedro (Reynaldo Gianecchini) conversam com o médico para saber como está o tratamento da filha. "Mas vamos vencer esta leucemia de outra maneira! Nós vamos fazer um transplante!", avisa o doutor. Tenso, Pedro comenta que não é tão fácil encontrar medula compatível por aí. Mas o médico dá uma esperança ao casal: "As chances da medula de um pai ou uma mãe ser compatível com a de um filho é pequena! Já a medula de um irmão... Que tal falarmos com o Edu?". O velejador também lembra da gravidez de Helô e o doutor diz que pode colher a medula do cordão umbilical, mas o nascimento ainda está longe. Comentário CCB: A esperança médica em tecnologias avançadas, como a terapia celular para tratamentos de doenças graves, já é uma realidade mundial e praticada também com muita eficiência no Brasil. Fonte: G1

Cientistas nos Estados Unidos descobriram duas proteínas em células cancerígenas cuja supressão e tratamento com quimioterapia poderia curar vários tipos de câncer, é o que revela um estudo publicado revista "Nature" (20/03/2017). A pesquisa, desenvolvida pelo Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, no estado de Ohio, conseguiu eliminar um tipo de leucemia humana em ratos graças a este novo tratamento, que combina o bloqueio das proteínas sinalizadoras c-Fos e Dusp1 e a quimioterapia, destacam seus responsáveis. Os especialistas indicam que esta técnica permitirá enfrentar a leucemia mielóide aguda (AML, em inglês), alguns tipos de câncer de pulmão e de mama, e também a leucemia mielóide crônica (CML), entre outros. "Acreditamos que nos próximos cinco anos nossos dados mudarão a forma como as pessoas abordam o desenvolvimento do câncer e o tratamento", explicou o especialista responsável pela pesquisa, Mohammad Azam. "Este estudo identifica um possível 'calcanhar de aqu

As células-tronco, além de poderem se diferenciar em qualquer tipo de células, exibem outra propriedade marcante: a capacidade de permanecerem jovens. Para compreender como isso ocorre é necessário entender que a estrutura dos cromossomos, que contêm os genes, sofre alterações com o decorrer do tempo, ou seja, assim como acontece com a nossa pele ou cabelos, os cromossomos também envelhecem. Este envelhecimento é devido, em boa parte, a modificações do material cromossômico que é remodelado, das proteínas nas quais o DNA se encontra enrolado (essas proteínas são as histonas) e dos próprios genes que recebem radical metila que modificam seu potencial de expressão. Estas modificações não acontecem na estrutura dos genes propriamente ditos, isto é, não são mutações. Conforme a alteração que ocorra numa determinada região do cromossomo, o DNA estará enrolado de forma mais justa ou mais frouxa, dificultando ou facilitando a atividade dos genes. Portanto, essas modificações que vão se ac

RIO - Um adolescente francês que passou por uma terapia genética para anemia falciforme há dois anos tem agora glóbulos vermelhos suficientes para conter os efeitos do distúrbio, revelou uma pesquisa publicada no periódico "New England Journal of Medicine" (02/03/2017). Este é considerado um primeiro feito no mundo. Imagem de microscópio mostra células falciformes ao lado de células normais - Janice Haney Carr / AP A doença é causada por um erro em uma única "letra" do alfabeto genético para o material que compõe os glóbulos vermelhos. Quando estes são defeituosos, ganham o formato de foice, entupindo vasos sanguíneos e causando episódios de dor extrema — e em alguns casos, quadros mais graves, como acidentes vasculares cerebrais e danos aos órgãos. O distúrbio impede muitas pessoas de praticarem esportes e de desfrutarem uma vida normal. Um transplante de células-tronco é uma cura em potencial, mas nos Estados Unidos, por exemplo, apenas uma a cada cinco pessoas encontra um doado

A ciência tem avançado em alta velocidade em relação ao uso de células-tronco no tratamento de várias doenças. Testes clínicos revelam a sua contribuição no combate à diabetes, cirrose hepática, fraturas ósseas e queimaduras de alto grau. Muitas vezes, por falta de conhecimento, o material não é coletado no momento do nascimento do tecido do cordão umbilical (que é uma das fontes de células-tronco) e os pais lamentam terem perdido essa oportunidade. Dente como fonte de célula-tronco Porém, pouca gente sabe que pais e mães podem armazenar células-tronco dos filhos no momento da troca de dentes de leite pela dentição permanente. “A coleta a partir da polpa de dente de leite é simples e permite aos pais que façam aquilo que seguramente queriam ter feito no momento do parto: armazenar as células-tronco mais jovens possíveis”, explica a médica Mariane Secco. O processo é simples e os laboratórios fornecem kits para coleta do dente de leite logo após a queda. Além da polpa de dente, o t