

Nascimento Seguro frisa a importância do pediatra no parto e de medidas simples que ajudam a garantir a saúde do bebê, mas nem sempre são praticadas. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) apresentou nesta semana a campanha Nascimento Seguro, iniciativa que visa promover boas práticas durante o parto. O objetivo principal é reduzir a mortalidade neonatal no Brasil, que hoje é de 9,9 a cada mil nascidos vivos. Para se ter ideia, estamos na 108º colocação no ranking da Unicef, entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), de melhores países para se nascer no mundo. A própria Unicef calcula que até 80% dessas mortes poderia ser evitada com cuidados básicos, como a presença de mais profissionais treinados, acesso a insumos como água limpa e desinfetante, além de práticas como amamentação dentro da primeira hora, contato pele a pele entre mãe e bebê e boa nutrição. No texto que anuncia a campanha, a SBP diz que a meta principal é conscientizar tanto gestores quanto profissionais

Uma equipe de pesquisadores e médicos do St. Jude Children's Reseach Hospital, nos Estados Unidos, conseguiu usar terapia genética para curar uma doença hereditária que faz com que bebês nasçam sem sistema imunológico. Os resultados preliminares do estudo mostram que, dos sete bebês que participaram do teste, seis deles já podem ter vidas normais. (Foto: divulgação / St. Jude Children) O sistema imunológico é o conjunto de células e tecidos do corpo responsável por prevenir doenças. Sem ele, os pacientes têm uma facilidade extrema de contrair doenças e infecções. Por isso, os bebês com essa doença precisam passar a infância em um ambiente altamente isolado contra germes, ganhando por isso o apelido de "bebês-bolha". A doença - Mais especificamente, a doença que afetava os bebês se chamava alinfocitose, ou imunodeficiência combinada grave ligada ao cromossomo X (XSCID, na sigla em inglês). Ela ocorre em aproximadamente um de cada 54 mil nascimentos nos Estados Unidos, afeta sobretudo

Atenção com a saúde nunca é demais. E, na gravidez, o cuidado tem que ser redobrado. Só por estarem grávidas, as mulheres já ficam predispostas a terem mais complicações. Uma delas é o diabetes gestacional, mais comum após o segundo trimestre da gravidez. Porém, segundo Maurício Sobral, ginecologista e obstetra, pai de Luiza e Beatriz, a doença não costuma apresentar sintomas específicos, por isso pode ser confundida com os da própria gravidez, afinal inchaço e ganho de peso, por exemplo, são comuns. Então, como desconfiar do problema? Algumas mulheres são mais predispostas a terem a doença do que outras, especialmente se a gestação for tardia. “Primeiramente se o exame do açúcar no sangue tiver alterações, ou seja, maior que 95mg/dl em jejum. Depois, se a paciente tem histórico de diabetes na família ou na gravidez passada deve ficar muito atenta”, explica o Dr. Maurício. A gestante também deve suspeitar quando começa a engordar e apresentar inchaço nas extremidades acima do norm

Um dos hábitos mais comuns para acalmar o bebê é o uso da chupeta. Funciona muito bem, mas também gera muitas dúvidas aos pais e é sobre isso que iremos falar nesse post. A sucção é um reflexo natural do bebê e isto acontece quando algo lhe toca os lábios. É muito importante desde os primeiros dias de vida, porque está relacionado à sua nutrição, no processo de amamentação – FASE ORAL - e este reflexo deixa de existir entre os 8 e 10 meses de vida, sendo estas as datas prefeitas para acabar com este habito. O uso da chupeta, dependendo da duração e frequência pode comprometer os dentes, a musculatura e o palato da boca. Além disso, sua higienização é fundamental para evitar contaminação com bactérias e vírus. Isto pode ser feito deixando a chupeta por 30 min em solução de agua com hipoclorito de sódio, que é dado gratuitamente em postos de saúde (1 litro de agua para 2 gotas de hipoclorito em recipiente fechado). É importante ressaltar que não é errado oferecer a chupeta para a

Startup brasileira de biotecnologia é o primeiro laboratório do mundo a se dedicar exclusivamente a pesquisas acerca do transtorno para tratar casos específicos de cada paciente. O autismo afeta uma em cada 68 crianças (CDC/EUA), sendo uma questão grave de saúde, pelo difícil diagnóstico e por não se saber exatamente o que causa a síndrome. Visando mudar a qualidade de vida das famílias que têm entes que sofrem com o transtorno, a startup Tismoo oferece medicina individualizada, tratando caso a caso e atendendo as particularidades de cada paciente, caracterizadas pela doença. Na questão familiar, por não existir um diagnóstico e uma forma de cuidar simples, o grupo de cientistas que faz parte da Tismoo (brasileiros renomados) foi reunido por um investidor anjo – que tem uma filha autista – e pesquisou para encontrar uma solução. “Não é só um laboratório, mas uma startup que visa construir uma medicina personalizada para cada característica que a criança autista apresenta”, afirma