

Um dos hábitos mais comuns para acalmar o bebê é o uso da chupeta. Funciona muito bem, mas também gera muitas dúvidas aos pais e é sobre isso que iremos falar nesse post. A sucção é um reflexo natural do bebê e isto acontece quando algo lhe toca os lábios. É muito importante desde os primeiros dias de vida, porque está relacionado à sua nutrição, no processo de amamentação – FASE ORAL - e este reflexo deixa de existir entre os 8 e 10 meses de vida, sendo estas as datas prefeitas para acabar com este habito. O uso da chupeta, dependendo da duração e frequência pode comprometer os dentes, a musculatura e o palato da boca. Além disso, sua higienização é fundamental para evitar contaminação com bactérias e vírus. Isto pode ser feito deixando a chupeta por 30 min em solução de agua com hipoclorito de sódio, que é dado gratuitamente em postos de saúde (1 litro de agua para 2 gotas de hipoclorito em recipiente fechado). É importante ressaltar que não é errado oferecer a chupeta para a

Startup brasileira de biotecnologia é o primeiro laboratório do mundo a se dedicar exclusivamente a pesquisas acerca do transtorno para tratar casos específicos de cada paciente. O autismo afeta uma em cada 68 crianças (CDC/EUA), sendo uma questão grave de saúde, pelo difícil diagnóstico e por não se saber exatamente o que causa a síndrome. Visando mudar a qualidade de vida das famílias que têm entes que sofrem com o transtorno, a startup Tismoo oferece medicina individualizada, tratando caso a caso e atendendo as particularidades de cada paciente, caracterizadas pela doença. Na questão familiar, por não existir um diagnóstico e uma forma de cuidar simples, o grupo de cientistas que faz parte da Tismoo (brasileiros renomados) foi reunido por um investidor anjo – que tem uma filha autista – e pesquisou para encontrar uma solução. “Não é só um laboratório, mas uma startup que visa construir uma medicina personalizada para cada característica que a criança autista apresenta”, afirma

Muitas gestantes encontram problemas que as amigas ou as próprias mães nunca enfrentaram durante a gravidez. Alguns sintomas simplesmente passam despercebidos e logo bate o desespero de achar que algo está errado com a gestação. Conheça algumas condições que você pode enfrentar. Sensibilidade dental Você pode descobrir que, junto com outras partes do corpo, sua gengiva incha graças às mudanças nos níveis de estrógeno e progesterona, assim como o aumento do fluxo sanguíneo. Quando a mulher está grávida, a gengiva pode ficar cheia de sangue, criando profundas bolsas, que resultam em sangramento ao escovar os dentes ou passas fio dental. Caso você note sangramento significativo, mesmo que não esteja escovando os dentes, deve consultar seu dentista. Ele procurará por gengivite, inflamação da gengiva e periodontite, uma severa condição que afeta os ligamentos próximos e o osso, e que pode estar associada a um alto risco de parto prematuro, entre outros problemas. A recomendação a ser

No tratamento com transfusões de sangue, apenas o plasma humano é vendido pela empresa. Os interessados desembolsam até 12 mil dólares, ou cerca de quarenta mil reiais, por dois litros do líquido. Fonte: R7 | Domingo Espetacular

A Ufal recebeu mais de R$ 2 milhões para construir um laboratório de pesquisa com células-tronco para combater a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em Alagoas, os médicos têm observado que o número de casos da doença tem aumentado, apesar de não haver pesquisas que comprovem o crescimento. De acordo com o pesquisador da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), Marcelo Duzzioni, o laboratório será pioneiro no estado e deverá servir para investigar outras patologias clínicas no futuro. “O nosso objetivo é pegar essas células-tronco de pacientes com ela, diferenciá-las em neurônios motor, uma vez que a doença afeta esse grupo de neurônios, e investigar se fármacos interferem no seu desenvolvimento e se isso pode ser uma alternativa ao tratamento atual que existe”, explicou Duzzioni. Doença descrita na literatura médica desde o século 19, a ELA apresentou os maiores avanços na pesquisa de combate em 2015, quando a medicina descobriu “proteínas anormais” que podem