

Quanto mais avançam as pesquisas com células-tronco, mais nítidas ficam as possibilidades que elas podem nos oferecer e, em muitos casos, soa quase como um filme de ficção com órgãos e tecidos se regenerando completamente. Uma pesquisa conduzida por cientistas das Universidades de Harvard e Nottingham utilizou tais células para a restauração de dentes, dispensando o uso dos preenchimentos com resina ou metais e estimulando a regeneração dos tecidos naturais dos dentes. Numa restauração, os dentistas removem a parte deteriorada do dente ocasionada por cáries, limpam a área e preenchem a cavidade com materiais apropriados, como ouro, amálgama, resina ou porcelana. Não é raro, entretanto, que a restauração não seja totalmente efetiva, com chances do quadro evoluir para um tratamento de canal – que consiste na remoção da polpa do dente, nervos, capilares e tecido conjuntivo – que, por sua vez, pode enfraquecer o dente e levar à extração. A equipe do pesquisador de Nottingham Adam Celi

No início do mês, cientistas comemoraram o sucesso de um novo tipo de tratamento para combater a esclerose múltipla (EM). De acordo com o jornal inglês The Telegraph, (matéria publicada em 10/07), pacientes que estavam gravemente incapacitados, agora conseguem andar, trabalhar e até esquiar. Técnica consiste em destruir o sistema imunológico, para depois reconstruí-lo. A inédita terapia consiste em destruir por completo o sistema imunológico do doente, para depois reconstruí-lo. Conforme a reportagem, é a primeira vez em todo o mundo que um tratamento consegue reverter a esclerose múltipla. Pesquisadores explicam que a nova técnica utiliza um método para combater a leucemia, que envolve quimioterapia para erradicar completamente o sistema imunológico afetado pela doença, antes de reconstruí-lo por meio de uma transfusão de células da medula óssea. Conforme os médicos, dos 24 pacientes tratados há sete anos com a nova técnica, a maioria já teve melhoras significativas. Em 70% dos

O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia do local que ficou sem circulação sanguínea adequada. Praticamente toda a recuperação da doença cerebral ocorre nos seis primeiros meses. Nos Estados Unidos, cerca de sete milhões de sobreviventes ao AVC sofrem de alguma consequência da doença que varia de acordo com a sua gravidade. Um teste clínico finalizado recentemente demonstrou uma grande melhoria no quadro dos pacientes, mesmo naqueles que sofreram o AVC há vários anos. Neste procedimento, realizado pelo neurocirurgião Gary Steinberg, as células-tronco são injetadas diretamente no cérebro dos pacientes. Deve-se destacar que não são injetadas células embrionárias ou fetais, e sim, uma variedade de células adultas, que são células que se transformam em músculo, gordura, osso e tendões.Os pacientes pelos quais haviam sofrido seu primeiro AVC entre seis meses e três anos

A dois passos do paraíso científico: pesquisadores descobrem padrões genéticos que servirão para construir neurônio. Uma equipe internacional de pesquisadores demonstrou que é possível construir um neurônio com dois códigos genéticos diferentes, o que contribuirá para o avanço das pesquisas das doenças causadas pela degeneração dos neurônios, como a demência e o Alzheimer. O trabalho, publicado na revista “Plos Biology”, foi dirigido pelo médico Jonathan Benito-Sipos, do Departamento de Biologia da Universidade Autônoma de Madri (UAM), em parceria com pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia. Cérebro, essa intrincada rede - O cérebro humano tem cerca de 100 bilhões de neurônios, de 10 mil tipos diferentes, que se ligam no lugar adequado como um quebra-cabeças para formar a complexa e intrincada rede neuronal que nosso cérebro usa para transmitir informação, adquirir conhecimento e conduzir nossas emoções. Mas com o tempo os neurônios, como qualquer célula do corpo, se

O projeto de pesquisa do cirurgião plástico natalense Dr. Charles Sá em relação a aplicação de células-tronco em pacientes em tratamento de rejuvenescimento facial teve uma nova fase inicida, em Natal entre os dias 22 e 23 de junho/16 na clínica Performa, na qual o cirurgião é diretor. A pesquisa intitulada “Alterações cutâneas em face humana pós tratamento com uso de células mesenquimais (tronco) do tecido adiposo” é pioneira no mundo e teve sua primeira fase em 2012 em Natal com 20 pacientes na faixa etária de 45 a 65 anos. “Diferente da primeira fase vamos avaliar a ação das células-tronco pós armazenamento na pele dos pacientes. A segunda fase da pesquisa vai avaliar o efeito de rejuvenescimento da pele humana através de testes clínicos”, destaca dr. Charles Sá. Os pacientes receberão a nova aplicação de células-tronco para avaliar a elasticidade cutânea. Os resultados positivos devem ser confirmados até o fim do ano. Com 20 anos de atuação em cirurgias plásticas, o médico é