

Procedimento pouco invasivo pode reduzir drasticamente a dor crónica provocada pelos discos danificados. As dores nas costas são uma das principais causas de incapacidade em todo o mundo, e tratá-las também pode ser doloroso – física e monetariamente. As ‘soluções’ tradicionais passam por analgésicos ou cirurgia, mas os cientistas parecem ter descoberto a capacidade curativa das células-tronco dos próprios pacientes no tratamento de discos lesionados. Como reporta a revista Men’s Health o mais recente procedimento para tratar as dores nas costas chama-se células-tronco mesenquimais multipotentes e consiste em remover células estaminais da medula óssea ou da gordura do paciente e depois reinjetá-las, numa forma concentrada, nos discos espinais danificados e que provocam a dor. Este tratamento cria um ambiente pró-crescimento para ajudar a curar o tecido do disco lesionado – dando mais potencial curativo e reparador ao próprio corpo, como destaca Jeffrey Zeckser, especialista em ort
Um grupo de médicos afirma ter encontrado uma maneira de conter a esclerose múltipla. No entanto, segundo o estudo publicado na última sexta-feira (10/06), esse é um tratamento de alto risco, que não pode ser generalizado. De acordo com a pesquisa publicada na revista médica britânica The Lancet, 24 pacientes entre 18 e 50 anos foram tratados no Canadá de esclerose múltipla mediante uma potente quimioterapia, destinada a destruir o sistema imunológico antes de um transplante de células-tronco fabricadas pela medula óssea. O tratamento freou o desenvolvimento de novas lesões cerebrais nesses pacientes sem que fosse necessário tomar medicamentos. "Oito deles observaram uma melhoria estável sete anos e meio depois do tratamento", afirma o texto da revista. Um dos pacientes faleceu por complicações hepáticas e infecciosas causadas pela quimioterapia agressiva utilizada. Segundo a Lancet, esse é "o primeiro tratamento capaz de produzir este nível de controle da doença ou de recuperação n

Um novo estudo conduzido pela empresa SanBio viu melhorias notáveis em força e mobilidade em pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral, ou derrame, depois que eles receberam injeções de células-tronco em seus cérebros. Alguns pacientes até voltaram a andar. “Uma mulher de 71 anos de idade só podia mover seu polegar esquerdo no início do estudo, mas agora pode caminhar e levantar o braço acima da cabeça”, disse o neurocirurgião e pesquisador principal do estudo, Gary Steinberg, da Universidade Stanford, nos EUA, ao portal New Scientist. Potencial - Este é o segundo estudo que injetou células-tronco no cérebro de pacientes para ver se melhorava sua recuperação após derrames. Um estudo realizado no Reino Unido no ano passado também mostrou resultados igualmente promissores. A nova pesquisa foi baseada na Califórnia, e executada pela SanBio. A equipe testou o procedimento em 18 pacientes, e todos relataram melhorias em mobilidade, sendo que sete deles tiveram um progresso “s

Uma única injeção de células-tronco pode restaurar a estrutura óssea normal, segundo um estudo publicado na revista Stem Cells Translational Medicine. Cientistas da Universidade de Toronto e do Hospital de Ottawa, no Canadá, concluíram que o transplante de células-tronco mesenquimais saudáveis pode prevenir ou tratar a osteoporose. A equipa liderada por William Stanford injetou células-tronco mesenquimais de ratos saudáveis em ratos com osteoporose, um tipo de células estaminais capaz de se transformar em todos os diferentes tipos de células no corpo. Com capacidade para se transformarem em células ósseas, as células-tronco mesenquimais têm uma segunda característica única, que é ideal para o desenvolvimento de terapias humanas: podem ser transplantadas de uma pessoa para outra e sem risco de rejeição. Seis meses após a injeção, um quarto da expetativa de vida desses animais, o osso com osteoporose deu lugar a um osso saudável e funcional. "Esperávamos um aumento geral na saúde

A abordagem pioneira pode tratar a doença de Sanfilippo (também conhecida como mucopolissacaridose tipo III ou MPS III) - uma condição genética para a qual não há atualmente nenhum tratamento eficaz. A condição é causada pela falta da enzima SGSH, que ajuda a quebrar e reciclar os açúcares de cadeia longa. A escassez desta enzima resulta numa acumulação de açúcares no corpo e particularmente no cérebro. Crianças com Sanfilippo começam a mostrar sintomas de hiperatividade, problemas comportamentais graves e falham metas de desenvolvimento. À medida que envelhecem apresentam sinais semelhantes à demência e a maioria nunca alcança uma idade mental de mais de dois anos. Mais tarde a doença acaba por provocar ataques e dificuldades em andar e deglutição, sendo invariavelmente fatal: a maioria das crianças morre com cerca de 18 anos. Na sequência de um acordo de licença com a Orchard Therapeutics, uma nova empresa de biotecnologia de ensaios clínico sediada no Reino Unido, a terapia ge