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Notícias

11 de março de 2016

Trompas de Falópio são criadas em laboratório

Pesquisadores do Instituto Max Planck (Alemanha) cultivaram pela primeira vez em laboratório um modelo das trompas de Falópio humanas. Esses sistemas-modelo podem ajudar a investigar como as células, os tecidos e os órgãos inteiros funcionam. Para que os resultados sejam confiáveis, os modelos de laboratório devem ser tão semelhantes aos seus equivalentes naturais quanto possível. As trompas de Falópio - também chamadas de tubas uterinas ou ovidutos - são parte do sistema reprodutor feminino. Medindo de 10 a 15 cm de comprimento, esses tubos ligam os ovários ao útero e facilitam o transporte do ovo fertilizado até o útero. Elas são, portanto, essenciais para uma reprodução bem-sucedida. Agora a equipe pretende estudar as infecções que ocorrem no órgão, bem como o desenvolvimento de progenitores dos cânceres que podem atingir as trompas de Falópio. "As trompas de Falópio podem ser cronicamente infectadas por bactérias," explica o professor Thomas Meyer, responsável pela criação do

11 de março de 2016

Células-tronco revertem esclerose múltipla

Sheffield (Grã-Bretanha) – Um tratamento inovador com células-tronco consegue travar e depois reverter os efeitos paralisantes da Esclerose Múltipla. Pacientes que recebem este inovador tratamento puderam caminhar novamente e a doença parece ter sido travada e revertida. Holly Drewry, de 25 anos, residente em Sheffield, na Grã-Bretanha, que tinha sido confinada a uma cadeira de rodas depois do nascimento da sua filha de dois anos, Isla, diz que o novo tratamento transformou a sua vida. Ela disse ao programa Panorama, da BBC: “Eu não podia caminhar bem. Não confiava em mim própria para segurar Isla no caso de eu cair. Sendo mãe pela primeira vez eu queria fazer tudo direito mas a minha Esclerose Múltipla não me permitia”. “É assustador porque a pessoa pensa: Quando é que isto vai terminar?” Ela está a ser tratada no Royal Hallamshire Hospital, em Sheffield, e no King’s College Hospital, em Londres. Ela está a receber altas doses de droga de quimioterapia para destruir o seu defici

11 de março de 2016

Células-tronco podem vir a ser usadas no tratamento de mal de Parkinson

Mais um avanço no combate ao mal de Parkinson. Pesquisadores brasileiros estão animados com os resultados do uso de células-tronco no tratamento da doença. O experimento, que utilizou células tronco-embrionárias, fabricou neurônios produtores de dopamina, conseguindo deixá-las saudáveis e funcionais durante os quinze meses de duração do estudo. As células-tronco, introduzidas em camundongos, foram capazes de restaurar, nos animais, a função motora, sem desenvolvimento de tumores.   O mal de Parkinson é uma doença provocada pela degeneração e morte de neurônios produtores de dopamina no cérebro. Ela afeta mais de 10 milhões de pessoas no mundo. Os tratamentos atualmente são realizados através de remédios e implantes elétricos, que provocam diversos efeitos colaterais e não conseguem o principal, que é deter o avanço da doença. Estudos anteriores comprovaram a eficácia das células-tronco embrionárias na melhora da função motora dos animais, mas os tumores que surgiam durante o trata

11 de março de 2016

Descobertas células-tronco capazes de reparar ossos do crânio

Uma equipa de cientistas norte-americanos diz ter identificado e isolado, pela primeira vez, uma população de células-tronco capazes de promover a formação do crânio e reparar o tecido ósseo craniofacial em cobaias de laboratório.  As descobertas, garantem, podem ser um passo importante para usar as células-tronco na reconstrução dos ossos da face e da cabeça, no futuro, de acordo com um artigo publicado na Nature Communications. O autor sénior da pesquisa, Wei Hsu, do Instituto Eastman de Saúde Bucal do Centro Médico da Universidade de Rochester, disse que o objetivo é entender melhor e encontrar uma terapia com células-tronco para uma condição conhecida como craniossinostose, uma deformidade do crânio em crianças, que muitas vezes leva a atrasos no desenvolvimento e pressão elevadas com risco de vida. Wei Hsu acredita que os seus resultados contribuem para um campo emergente que envolve a engenharia de tecidos que usa as células-tronco e outros materiais para inventar formas super

28 de janeiro de 2016

Células-tronco podem ser futuro para salvar pacientes que necessitam de reconstrução óssea

Estudo de brasileira já apresenta bons resultados para tratar lábio leporino. A reconstrução óssea por meio de células-tronco já não é uma realidade tão distante e poderá ajudar a pessoas com deficiências de nascença ou até mesmo com traumas por causa de acidentes. Segundo estudo de Daniela Bueno, especialista em genética humana e células-tronco pelo Instituto de Biociências da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês Daniela Bueno, o tratamento salvará pacientes que sofrem com lábio leporino, por fazer crescer a formação óssea do céu da boca com eficiência e com custo até mais baixo. A doença é uma malformação, que divide o lábio superior em duas partes, mas pode atingir todo o céu da boca e a base do nariz, e que provoca má nutrição, distúrbios respiratórios, problemas de fala e audição, infecções crônicas, alterações na dentição e afeta um em cada 650 brasileiros. Em sua pesquisa, a cientista utilizou células-tronco da polpa do dente

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