
Uma lesão crônica no joelho direito deve tirar Luan do restante da temporada. Já é certo que o meia-atacante do Atlético-MG não joga nos próximos meses, informação confirmada pelo médico do clube e da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar. No entanto, a situação de Luan é bastante complicada. Como o problema no joelho também é genético, pela formação, o jogador do Atlético esteve nos Estados Unidos, no último final de semana, para fazer exames complementares. Luan e Rodrigo Lasmar estiveram em Nova Iorque e Chicago. "Fomos para os Estados Unidos e chegamos pela manhã (20/04), fomos dois dos centros mais avançados de ortopedia do mundo. O objetivo era fazer exames mais detalhados, avaliações mais completas. Tínhamos uma opinião, mas de qualquer maneira era importante trocar informações e ter outras opiniões. Tudo para fazer o melhor para o jogador", explicou o médico do Atlético, que vai fazer uma artroscopia no joelho de Luan. Como a lesão de Luan é agravada pela condição genética, o a

RIO - Um estudo do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) divulgado em 14/04, mostra um método de redução de tempo de recuperação de fraturas com o uso de células-tronco do próprio corpo. Os avanços conseguidos podem reduzir o número de faturas não se curam, o que seria 20% dos casos de todas as fraturas, segundo dados do instituto. Cerca de 15% das cirurgias realizadas no Into são de emergência por fraturas, com casos tão graves que não basta recolocar o osso quebrado no lugar. "A motivação para investigar esses casos teve base na quantidade de fraturas que tratávamos e simplesmente não cicatrizavam. Por que, afinal? Como a gente poderia resolver?", conta o cirurgião Leonardo Rocha, chefe de Trauma Adulto e Idoso do instituto. A pesquisa, com 13 pacientes, resultou em uma técnica capaz de deslocar o dobro de células-tronco normalmente produzidas pelo corpo para o foco das fraturas, forçando uma melhor cicatrização do ossos. O método usa um instrumento chamado fresa

Um estudo inédito do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), com sede no Rio de Janeiro, para tratar o desgaste das articulações entre os ossos pode representar, no futuro, o fim do uso das próteses sintéticas tradicionais utilizadas em milhares de pacientes com artrose. A artrose é uma doença que ataca as articulações e que resulta, principalmente, no desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, mas que também danifica ligamentos, a membrana sinovial e o líquido sinovial. Segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose atinge 15 milhões de pessoas no Brasil. A pesquisa, inteiramente desenvolvida no Sistema Único de Saúde (SUS), é coordenada pelo cirurgião ortopedista Eduardo Branco, que investiga um tipo específico de célula-tronco no líquido sinovial, que reveste as articulações do corpo, como as do joelho, quadril e ombro. O estudo, que ainda está na primeira fase-laboratorial – foi apresentado pela primeira vez no Congresso Mundial

Uma equipe do Hospital St. Vincent, em Melbourne, na Austrália, desenvolveu uma nova tecnologia capaz de criar novas articulações a partir de células-tronco. Chamada de BioPen, a impressora 3D utiliza uma "tinta" feita de hidrogel e de células-tronco. Ela permitirá que os médicos personalizem de forma exata a cartilagem do paciente. O método pode ser utilizado em cirurgias de joelho ou qualquer outra em que é necessário realizar uma reconstituição do tecido. Construído a partir de plástico e titânio sob consulta da equipe médica, a BioPen parece corresponder bem aos desafios de uma sala de operação. "O desenvolvimento deste tipo de tecnologia só é possível com interações entre clínicos, para identificar o problema, e cientistas, a fim de desenvolver uma solução", disse o professor Peter Choong, diretor de ortopedia do Hospital St. Vincent. A BioPen também utiliza luz ultravioleta para endurecer na medida certa o biogel utilizado na produção da articulação. A equipe de desenvolvimen

Mais da metade dos casos de cegueira são causados por catarata, quando o cristalino - a lente natural existente no globo ocular - fica opaco. Em geral, o tratamento de catarata consiste no implante de uma lente artificial. Já o novo procedimento, descrito na revista especializada Nature , ativou células-tronco no olho para desenvolver uma nova lente. Especialistas descreveram o tratamento como um dos maiores avanços na medicina regenerativa. Tratamentos e complicações Cerca de 20 milhões de pessoas no mundo todo perderam a visão devido à catarata. A doença é comum mais entre idosos, mas afeta algumas crianças desde o nascimento. Os tratamentos tradicionais usam ultrassom para amolecer e quebrar a lente natural deficiente. Em seguida, ela é retirada do olho. Uma lente intraocular artificial é então implantada no olho, mas esse procedimento pode resultar em complicações, principalmente em crianças. A nova técnica desenvolvida por cientistas da Universidade Sun Yat-sen, na China,