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Notícias

24 de março de 2016

Células-tronco devolvem movimentos a pacientes com esclerose sistêmica

Há dois anos, a secretária Pâmela Bruna Moreira, de 29 anos, precisou aprender a conviver com crises constantes de falta de ar, manchas pelo corpo e muitas dores. Os sintomas da esclerose sistêmica, doença reumática que compromete os movimentos, prejudicava a realização de tarefas simples, como abotoar a camisa ou amarrar o cadarço do tênis. Sem esperança de cura, Pâmela se viu obrigada a deixar o trabalho e sofria ao perceber a paralisação gradativa das mãos. Em julho do ano passado, porém, a secretária foi submetida a um transplante de medula óssea, durante uma pesquisa realizada no Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto (SP). Seis meses após procedimento, a jovem conta que voltou a ter uma vida praticamente normal. "Um mês depois, começou a voltar a pigmentação da pele, porque algumas partes ficaram brancas, como vitiligo. As dores também sumiram. Antes, eu acordava pela manhã e parecia que um trator tinha passado por cima de mim. Hoje, eu estou ótima", diz. Assim como

17 de março de 2016

Novo tratamento com células tronco “desliga” diabetes tipo 1

Quem tem diabetes tipo 1 e precisa usar injeções de insulina não vê a hora de surgir um tratamento novo para a doença. Afinal de contas, essa forma de terapia não avançou muito nas últimas décadas. Agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) trazem uma ótima notícia: um estudo mostra que células beta produtoras de insulina feitas a partir de células tronco humanas podem “desligar” a diabetes em ratos por até seis meses. No pâncreas de uma pessoas saudável, conjuntos de células beta produzem insulina para balancear os níveis de açúcar no sangue. Quem tem o tipo 1 da doença tem essas células atacadas pelo próprio sistema imunológico e não consegue produzir o hormônio. Assim, esta é uma doença autoimune e atualmente incurável. Em 2014, uma pesquisa anterior, da Universidade de Harvard (EUA), conseguiu criar novas células beta a partir das células tronco humanas. Essas células funcionaram perfeitamente em ratos diabéticos, mas logo o sistema imunológico deles

11 de março de 2016

A medicina regenerativa e o papel das células-tronco

Com o advento da tecnologia, a medicina pôde avançar a passos largos, particularmente nas últimas décadas. E essa evolução não dá sinais de ter chegado ao fim; pelo contrário, cada vez mais pesquisadores se aprofundam em aprimorar técnicas capazes de diminuir o sofrimento físico e psíquico dos seres humanos, seja tratando, corrigindo, curando, ou mesmo substituindo alguma(s) ‘parte(s)’ imperfeita(s) do organismo por outras mais saudáveis, em busca da longevidade com qualidade de vida. E é nesse contexto que surge a medicina regenerativa, um campo relativamente novo, já que o termo foi citado pela primeira vez num artigo norte-americano em 1992. Sua área de atuação se dá na aplicação de princípios de engenharia e de ciências da saúde para promover a substituição ou a regeneração de células, tecidos ou órgãos humanos com objetivo de restaurar as funções normais do organismo. Também conhecida como “engenharia de tecidos humanos”, a medicina regenerativa se tangibiliza de diferentes fo

11 de março de 2016

Trompas de Falópio são criadas em laboratório

Pesquisadores do Instituto Max Planck (Alemanha) cultivaram pela primeira vez em laboratório um modelo das trompas de Falópio humanas. Esses sistemas-modelo podem ajudar a investigar como as células, os tecidos e os órgãos inteiros funcionam. Para que os resultados sejam confiáveis, os modelos de laboratório devem ser tão semelhantes aos seus equivalentes naturais quanto possível. As trompas de Falópio - também chamadas de tubas uterinas ou ovidutos - são parte do sistema reprodutor feminino. Medindo de 10 a 15 cm de comprimento, esses tubos ligam os ovários ao útero e facilitam o transporte do ovo fertilizado até o útero. Elas são, portanto, essenciais para uma reprodução bem-sucedida. Agora a equipe pretende estudar as infecções que ocorrem no órgão, bem como o desenvolvimento de progenitores dos cânceres que podem atingir as trompas de Falópio. "As trompas de Falópio podem ser cronicamente infectadas por bactérias," explica o professor Thomas Meyer, responsável pela criação do

11 de março de 2016

Células-tronco revertem esclerose múltipla

Sheffield (Grã-Bretanha) – Um tratamento inovador com células-tronco consegue travar e depois reverter os efeitos paralisantes da Esclerose Múltipla. Pacientes que recebem este inovador tratamento puderam caminhar novamente e a doença parece ter sido travada e revertida. Holly Drewry, de 25 anos, residente em Sheffield, na Grã-Bretanha, que tinha sido confinada a uma cadeira de rodas depois do nascimento da sua filha de dois anos, Isla, diz que o novo tratamento transformou a sua vida. Ela disse ao programa Panorama, da BBC: “Eu não podia caminhar bem. Não confiava em mim própria para segurar Isla no caso de eu cair. Sendo mãe pela primeira vez eu queria fazer tudo direito mas a minha Esclerose Múltipla não me permitia”. “É assustador porque a pessoa pensa: Quando é que isto vai terminar?” Ela está a ser tratada no Royal Hallamshire Hospital, em Sheffield, e no King’s College Hospital, em Londres. Ela está a receber altas doses de droga de quimioterapia para destruir o seu defici

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