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Notícias

11 de março de 2016

Descobertas células-tronco capazes de reparar ossos do crânio

Uma equipa de cientistas norte-americanos diz ter identificado e isolado, pela primeira vez, uma população de células-tronco capazes de promover a formação do crânio e reparar o tecido ósseo craniofacial em cobaias de laboratório.  As descobertas, garantem, podem ser um passo importante para usar as células-tronco na reconstrução dos ossos da face e da cabeça, no futuro, de acordo com um artigo publicado na Nature Communications. O autor sénior da pesquisa, Wei Hsu, do Instituto Eastman de Saúde Bucal do Centro Médico da Universidade de Rochester, disse que o objetivo é entender melhor e encontrar uma terapia com células-tronco para uma condição conhecida como craniossinostose, uma deformidade do crânio em crianças, que muitas vezes leva a atrasos no desenvolvimento e pressão elevadas com risco de vida. Wei Hsu acredita que os seus resultados contribuem para um campo emergente que envolve a engenharia de tecidos que usa as células-tronco e outros materiais para inventar formas super

28 de janeiro de 2016

Células-tronco podem ser futuro para salvar pacientes que necessitam de reconstrução óssea

Estudo de brasileira já apresenta bons resultados para tratar lábio leporino. A reconstrução óssea por meio de células-tronco já não é uma realidade tão distante e poderá ajudar a pessoas com deficiências de nascença ou até mesmo com traumas por causa de acidentes. Segundo estudo de Daniela Bueno, especialista em genética humana e células-tronco pelo Instituto de Biociências da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês Daniela Bueno, o tratamento salvará pacientes que sofrem com lábio leporino, por fazer crescer a formação óssea do céu da boca com eficiência e com custo até mais baixo. A doença é uma malformação, que divide o lábio superior em duas partes, mas pode atingir todo o céu da boca e a base do nariz, e que provoca má nutrição, distúrbios respiratórios, problemas de fala e audição, infecções crônicas, alterações na dentição e afeta um em cada 650 brasileiros. Em sua pesquisa, a cientista utilizou células-tronco da polpa do dente

21 de janeiro de 2016

GE Healthcare e FedDev Ontario enviam 40 milhões de dólares canadenses ao novo centro de liderança de CCRM para solucionar desafios de produção de terapia celular

GE Healthcare, a Agência de Desenvolvimento Econômico Federal para o Sul de Ontário (FedDev Ontario) e o Centro de Comercialização de Medicina Regenerativa (CCRM) estão construindo um centro para tecnologias avançadas de células terapêuticas em Toronto com um investimento de CAD$ 40 milhões da GE e da FedDev Ontario. O centro está sendo criado para acelerar o desenvolvimento e adoção de tecnologias de produção de células que melhoram o acesso de pacientes às novas terapias com base em medicina regenerativa. Parceiros de empresas farmacêuticas, de biotecnologia e de terapia celular serão recebidos com satisfação pelo CCRM e GE para tonar esta iniciativa possível. A implantação em larga escala de terapias com base em células possui enorme potencial econômico e social para transformar o curso de doenças incuráveis. Até 2025, o mercado global de terapias com base em células deve superar a marca de US$ 20 bilhões, com 21%1 de taxa de crescimento anual. Os principais alvos

14 de janeiro de 2016

Busca pela cura do Alzheimer: cientistas criam "minicérebros"

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, conseguiu poupar os ratos de uma série de estudos que envolvem o teste de drogas, o transplante de neurônios e a observação do funcionamento de células-tronco. A medida se tornou possível depois de os cientistas criarem, em laboratório, milhares de minicérebros, minúsculas estruturas feitas a partir de células-tronco e compostas de redes neurais verdadeiras, que começam a transformar as pesquisas em neurologia. Apesar de não serem um órgão completo, os minicérebros contam com uma rede conectada de células, estruturas proteicas e formato tridimensional, o que permite a realização de diversas pesquisas sem a necessidade de usar animais. A técnica é recente — foi consolidada pela primeira vez em 2013 — e, agora, mostra a capacidade de permitir estudos sem forçar o orçamento. Os cientistas de Brown conseguiram fabricar as estruturas a partir de amostras do córtex de roedores com um investimento de US$

8 de janeiro de 2016

Cientistas criam pequeno rim a partir de células-tronco

Sydney – Uma equipe de cientistas australianos conseguiu criar um rim do tamanho de um feto de cinco semanas a partir de células-tronco. “É menor que o rim de um adulto. Essencialmente se trata de um pequeno rim em desenvolvimento”, explicou a cientista Melissa Little ao canal “ABC”. Os especialistas submergiram as células-tronco em concentrações perfeitamente calibradas de moléculas denominadas fatores de crescimento ou tróficos para guiá-las no crescimento deste órgão em processo que imitava o desenvolvimento normal. Os cientistas utilizaram um molde para a criação do órgão e destacaram que ainda faltam várias décadas para que possam produzir este tipo de órgãos para transplantes. “Tivemos que guiar as células através de todos os passos que estas normalmente adotariam durante seu desenvolvimento”, disse Melissa ao detalhar o processo de elaboração. A princípio, os cientistas queriam que as células-tronco produzissem somente um tipo de célula do r

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