Notícias

11 de abril de 2008

Uso de células-tronco do cordão em transplante cresce 440%

Brasil passou a utilizar cordões umbilicais "nacionais" em transplantes de medula e fornecerá material a outros países Com financiamento de R$ 30 milhões do fundo social do BNDES, o país vai ganhar mais oito bancos públicos de cordões umbilicais Quase metade dos transplantes não-aparentados de medula óssea no país já são feitos com células-tronco de sangue de cordão umbilical. Em quatro anos, o índice de participação de cordões "nacionais" nessas cirurgias passou de 10% para 54% (um crescimento de 440%), segundo a rede BrasilCord, que reúne bancos públicos de cordão umbilical. Até o final do ano, o Brasil também integrará uma rede internacional de bancos de cordão umbilical, fornecendo material a outros países. O sangue de cordão umbilical e placentário é rico em células-tronco hematopoéticas e é indicado no transplante de medula óssea em pessoas com leucemias, linfomas, anemias graves, entre outras 70 doenças relacionadas ao sistema sanguíneo e auto-imune. O

2 de abril de 2008

Células-tronco são enxertadas pela primeira vez em coração infartado

Uma equipe de médicos de Miami enxertou células-tronco em um coração de um homem que havia sofrido um infarto, com o objetivo de fortalecer o órgão. É o primeiro caso mundial do gênero que poderá significar um avanço revolucionário na medicina, superando, inclusive, as técnicas de transplantes. A cirurgia, que foi feita após cinco anos de estudos em animais, foi realizada nesta quinta-feira no Hospital Jackson Memorial de Miami (UM) em um cubano de 56 anos que - junto a um grupo de outros 44 pacientes - será submetido nos próximos meses a uma série de testes de avaliação. "Trata-se da primeira tentativa de reparar tecido danificado no coração de um paciente com células-tronco extraídas de células ósseas da própria pessoa", disse à AFP o doutor Joshua M. Hare, médico cardiologista, chefe da Divisão Cardiovascular da Universidade de Miami. "Estados muito, muito otimistas", disse Hare, destacando que se trata de um assunto de enorme transcendência para a medicina por s

27 de março de 2008

Unesp usa célula-tronco para combater doenças do pulmão

São Paulo - Pesquisa coordenada pelo geneticista João Tadeu Ribeiro Paes, da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, câmpus de Assis, conseguiu regenerar tecidos pulmonares de animais com células-tronco da medula óssea. O resultado obtido é promissor e abre novas perspectivas de tratamento para males de origem genética, tumores e doenças degenerativas como enfisema. No estágio atual do estudo estão sendo avaliadas questões como observar se a regeneração do tecido é acompanhada por uma melhora da capacidade pulmonar. Quando for concluída esta etapa, será solicitada autorização ao Conep (Conselho Nacional de Saúde) para ministrar a terapia em pacientes portadores de enfisema pulmonar. A previsão é iniciar testes com pessoas até o final do ano, prevê o pesquisador, que se mantêm cauteloso com relação à novidade. Ele afirma que muitas experiências bem-sucedidas com animais não conseguiram repetir os resultados em seres humanos. Hipóteses O professor João Tadeu ainda está a

19 de março de 2008

Cientistas criam célula-tronco com óvulo "virgem"

WASHINGTON (Reuters) - Células de óvulos humanos podem ser manipuladas de modo a gerar as valiosas células-tronco, potencialmente adequadas à regeneração dos tecidos de diferentes grupos de pessoas, disseram cientistas dos EUA e da Rússia. Eles disseram que as células-tronco criadas a partir de óvulos humanos não-fertilizados parecem e agem como células-tronco embrionárias. Para evitar o risco de rejeição em caso de transplante de tecidos, elas foram tratadas com os mesmos cuidados que nas doações de medula. Assim, a empresa International Stem Cell Corp., da Califórnia, pretende criar um banco de células-tronco, em que haja exemplares adequados a cada tipo de tecido humano. "O processo é eficiente, é relativamente seguro e é eticamente são", disse Jeffrey Janus, presidente e diretor de pesquisas da empresa, em entrevista telefônica. As células são criadas por um processo chamado parterogênese ("surgimento virgem," pela etimologia greco-latina). Isso signific

9 de março de 2008

18.833 Km em busca de células-tronco

Reportagem televisiva anunciou possibilidade de cura para Felipe, portador de Atrofia Espinhal Progressiva Com 26 anos, e há 25 portador de Atrofia Espinhal Progressiva, Felipe dos Santos embarca dia 28 de maio para Beijing (Pequin-China), em busca de tratamento com células-tronco embrionárias. O procedimento ainda proibido no Brasil ocorre já no início de junho, dia 2, no Neuro-regeneration Repair and Functional Recovery, hospital especiliazado neste tipo de procedimento médico. Felipe, empresário do ramo de informática, conta que sua Atrofia Espinhal Progressiva foi descoberta quando tinha um ano de idade. A anomalia autossômica recessiva é de cunho genético, proibindo então a utilização de células-tronco adultas. As atrofias espinhais progressivas (AEP) constituem a forma mais comum de doença do neurônio motor em crianças e jovens adultos. Sua incidência é de cerca de 1/10.000. Clinicamente, os pacientes portadores de AEP apresentam uma fraqueza muscular progressiva,

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