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14 de maio de 2008

País terá rede de terapia com células-tronco adultas e embrionárias

Iniciativa receberá recursos de R$ 21 milhões para pesquisas na área. Centros serão montados em cidades como Ribeirão Preto, São Paulo e Rio. Começa a funcionar até o fim deste ano no Brasil a Rede Nacional de Terapia Celular (RNTC), que receberá recursos de R$ 21 milhões para pesquisas com células-tronco adultas e embrionárias. A previsão é que sejam montados cinco ou seis centros (laboratórios) em cidades como Ribeirão Preto, São Paulo e Rio, além de uma secretaria-executiva no Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio. Para discutir a criação da rede e sua instalação, um grupo de 30 pesquisadores se reuniu nos últimos dois dias em Ribeirão Preto (a 320 km de São Paulo). A proposta é que a RNTC não tenha um prédio físico, mas uma comissão coordenadora, formada por integrantes dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia, financiadores do projeto, e por pesquisadores. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Rei

9 de maio de 2008

Tratamento com célula-tronco pode vir a ser usado para curar lábio leporino

Um grupo de pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) conseguiu isolar células-tronco adultas que podem vir a ser usadas no futuro no tratamento da fissura labiopalatina. Mais conhecida como "lábio leporino", essa anomalia congênita faz com que as pessoas fiquem com uma abertura no lábio e no céu da boca. Usando uma amostra de tecido músculo labial de pacientes com a fissura, a geneticista Daniela Franco Bueno, do Instituto de Biociências da USP, obteve as células terapêuticas, que foram testadas depois em um experimento com ratos. Para verificar se elas seriam capazes de gerar tecido ósseo, os cientistas as implantaram em abertura nos crânios dos roedores. Associadas a uma membrana de colágeno, as células conseguiram reconstruir parte do osso que faltava nos animais. Segundo os cientistas --que já patentearam a técnica-- são boas as chances de que se consiga fazer agora o mesmo no palato. Se isso for possível, a idéia é usar músculos dos próprios pacientes

29 de abril de 2008

Células tronco podem curar esclerose múltipla, diz especialista

Um experiemento que deu errado parece sugerir que células tronco da medula óssea podem curar a doença BETHESDA - Um experimento que deu errado pode fornecer uma nova maneira de tratar a esclerose múltipla, disse um pesquisador canadense. Pacientes que receberam transplantes de células tronco de medula óssea - similar àquele dado a pacientes de leucemia - tiveram uma misteriosa melhora em suas doenças.  O médico responsável, Dr. Mark Freedman da Universidade de Ottawa não sabe bem o porquê. "Nenhum dos pacientes, em quase sete anos, teve qualquer recaída", disse. A esclerose múltipla afeta cerca de um milhão de pessoas no mundo e não tem cura. Freedman, que é especializado no tratamento de esclerose múltipla, queria estudar como a doença se desenvolve. Ele planejou uma experiência na qual médicos destruíam a medula óssea dos pacientes e, conseqüentemente, seu sistema imunológico. Então, células tronco formadoras de células sanguíneas tiradas da medula ósse

20 de abril de 2008

Natalia López Moratalla: pesquisa com células embrionárias fracassou

Declaração de Natalia López Moratalla, presidente da Associação Espanhola de Bioética e Ética Médica As células-tronco embrionárias fracassaram; a esperança para os enfermos está nas células adultas, é a tese que foi exposta nesta quarta-feira, em Granada (Espanha), pela doutora Natalia López Moratalla, catedrática de Biologia Molecular e Presidente da Associação Espanhola de Bioética e Ética Médica. Durante a conferência, que foi organizada pela Associação Nacional para a Defesa do Direito à Objeção de Consciência (ANDOC) na Academia de Medicina de Granada, a pesquisadora afirmou que hoje a pesquisa derivou decididamente para o emprego das células-tronco ‘adultas’, que são extraídas do próprio organismo e que já estão dando resultados na cura de doentes’. Segundo López Moratalla, existem cerca de 600 protocolos que utilizam células-tronco adultas, e não se apresentou nenhum com células de origem embrionárias. As células adultas «possuem o mesmo potencial de c

11 de abril de 2008

Uso de células-tronco do cordão em transplante cresce 440%

Brasil passou a utilizar cordões umbilicais "nacionais" em transplantes de medula e fornecerá material a outros países Com financiamento de R$ 30 milhões do fundo social do BNDES, o país vai ganhar mais oito bancos públicos de cordões umbilicais Quase metade dos transplantes não-aparentados de medula óssea no país já são feitos com células-tronco de sangue de cordão umbilical. Em quatro anos, o índice de participação de cordões "nacionais" nessas cirurgias passou de 10% para 54% (um crescimento de 440%), segundo a rede BrasilCord, que reúne bancos públicos de cordão umbilical. Até o final do ano, o Brasil também integrará uma rede internacional de bancos de cordão umbilical, fornecendo material a outros países. O sangue de cordão umbilical e placentário é rico em células-tronco hematopoéticas e é indicado no transplante de medula óssea em pessoas com leucemias, linfomas, anemias graves, entre outras 70 doenças relacionadas ao sistema sanguíneo e auto-imune. O

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