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Notícias

22 de outubro de 2015

Pesquisador do Into apresenta experiência inédita na China

Uma experiência inédita realizada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) que pode transformar o tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS) para o desgaste das articulações entre os ossos foi apresentada pela primeira vez na em Guangzhou, na China. A pesquisa do cirurgião ortopedista Eduardo Branco, do Into, tem potencial para aposentar no futuro as próteses sintéticas tradicionais, utilizadas em milhares de pacientes com artrose. O pesquisador foi selecionado para demonstrar os resultados de sua experiência com células-tronco no Congresso Mundial de Ortopedia, que ocorreu entre de 17 a 19 de setembro. Eduardo Branco investiga um tipo específico de célula-tronco no líquido que reveste as articulações do corpo, como as do joelho, quadril e ombro. É o líquido sinovial. Ele foi selecionado pela Sociedade Internacional de Ortopedia e Traumatologia, juntamente com outros quatro brasileiros até 40 anos de idade, para uma bolsa de estudos no Co

15 de outubro de 2015

Pacientes com ELA reagem bem a transplante de células-tronco

Os 18 transplantes de células-tronco neurais realizados em pacientes com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) na Itália tiveram resultados positivos. Apesar de ser ainda muito cedo para falar em uma cura definitiva para a doença neurodegenerativa, a notícia representa certamente um passo à frente na luta contra ela. O avançado experimento foi conduzido pelo professor de biologia da Universidade de Bicocca, em Milão, e diretor científico do instituto de pesquisas Casa Sollievo della Sofferenza di San Pio, Angelo Vescovi. A primeira fase da pesquisa, feita apenas com pacientes italianos, chegou à conclusão de que o tratamento é realmente seguro e que três das 18 pessoas transplantadas mostraram benefícios neuronais em relação à doença. Estes dados preliminares também dão esperança de que no futuro haverá uma terapia definitiva para a ELA. Em entrevista exclusiva à ANSA, Vescovi disse que os resultados do experimento são "excelentes", mas que ainda "é cedo para p

8 de outubro de 2015

Células-tronco: a nova esperança de cura

Graças ao desenvolvimento da terapia celular, com as células-tronco, será possível, nas próximas décadas, restaurar células nervosas, ajudar na regeneração de órgãos como o fígado e o coração, e até chegar à cura do diabetes tipo 1 e de doenças degenerativas como a de Alzheimer. Encontradas em todo o corpo, mas em maior quantidade na medula óssea e no sangue do cordão umbilical, as células-tronco, também chamadas células progenitoras, são multiuso: após um processo de diferenciação, elas podem dar origem a outros tipos de células: um neurônio, uma célula muscular ou do tecido ósseo. E por que isso é importante? Porque quando for possível controlar o mecanismo da diferenciação celular, será possível produzir, a partir de células-tronco, a maioria dos tipos de células que constituem o corpo humano e, assim, por meio de injeções dessas células, restaurar órgãos lesados. Testes com ratos e camundongos submetidos a lesões cardíacas, feitos em diversos países, d

1 de outubro de 2015

Cientistas testam técnica pioneira para curar tipo mais comum de cegueira

Na Inglaterra, os cientistas estão testando uma técnica que, futuramente, poderá ser a cura pra uma degeneração que provoca a perda da visão em pessoas mais velhas. Uma mulher, de 60 anos, que quase não conseguia mais enxergar, passou por um tratamento inédito e o corpo não rejeitou o procedimento. Peter Símon sofre da causa mais comum de cegueira: a degeneração macular relacionada à idade. Só no Brasil, 2,9 milhões de pessoas têm a doença. Gente como Peter, que tem um grande desejo: "Quero voltar a ver a minha família, meus netos, enxergar os rostos deles", diz. O que hoje parece impossível, talvez um dia se torne rotineiro, como usar um curativo para tratar corte na mão. É mais ou menos isso que está sendo experimentado em um hospital de Londres. Uma mulher, de 60 anos, que quase não conseguia mais enxergar, passou por um tratamento inédito. Foi há um mês, mas a pesquisa só foi divulgada na última terça-feira (29/10/2015). Ainda não dá para dizer o quanto da

24 de setembro de 2015

Cientistas criam miniórgãos com células-tronco para entender doenças

A equipe coordenada pelo biólogo brasileiro Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia em San Diego, produziu recentemente uma batelada de minicérebros humanos em laboratório. A ideia pode parecer um tanto assustadora, mas o fato é que a criação de versões miniaturizadas de cérebros, estômagos, pulmões e pâncreas (entre outros órgãos) está se tornando uma ferramenta de pesquisa cada vez mais comum. Uma das principais revistas científicas do mundo, a "Nature", apelidou o fenômeno de "ascensão dos organoides", que têm frações de milímetros. Esse é o termo usado para designar entidades como os minicérebros de Muotri e companhia, que surgem a partir do controle da diferenciação (grosso modo, especialização celular) das células-tronco. Há ainda os órgãos em chips, que também podem ser criados a partir de células-tronco, chamados assim porque são cultivados com a ajuda de minúsculos "andaimes" que lembram chips de computador. Em ambos os casos, o objetivo inicial d

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