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Notícias

20 de agosto de 2015

Células mesenquimais retardam progressão do câncer de mama em camundongos

Um tratamento com células-tronco mesenquimais humanas aumentou em 50% a sobrevida de camundongos com câncer de mama em experimentos realizados na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A pesquisa foi conduzida no âmbito do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, um dos CEPIDs apoiados pela Fapesp. Os resultados foram divulgados na revista Stem Cells International. “A terapia com células mesenquimais não curou a doença, mas retardou sua progressão. E aplicamos apenas duas injeções de células-tronco nos animais. É possível que um tratamento continuado, aliado à cirurgia para remoção do tumor, tenha um resultado ainda mais significativo”, comentou Tatiana Jazedje, coordenadora da pesquisa apoiada pela Fapesp. Encontradas em praticamente todos os órgãos humanos e também de roedores, as células-tronco mesenquimais auxiliam na sobrevivência dos tecidos produzindo diversos fatores que garantem suporte

14 de agosto de 2015

Cientistas utilizam “clonagem terapêutica” para combater doenças mitocondriais

Pesquisadores norte-americanos utilizaram uma controversa técnica de clonagem para fazer novas, mais saudáveis e perfeitamente combináveis células-tronco a partir da pele de pacientes com doenças mitocondriais, em um primeiro passo em direção ao tratamento para estas condições incuráveis e que podem até matar. Um estudo sobre a técnica, publicado na revista científica Nature, mostrou o mais recente avanço no uso de transferência nuclear de células somáticas, a fim de fazer células-tronco específicas para pacientes que poderiam ser utilizadas para tratar doenças genéticas.  “Este trabalho permite a geração de um ilimitado - e livre de mutação - fornecimento de células substitutas para pacientes com doenças mitocondriais”, disse Robert Lanza, chefe-científico da Advanced Cell Technology, que não esteve envolvido na pesquisa. Transferência nuclear é tipicamente o primeiro passo na clonagem reprodutiva - utilizando células adultas para fazer uma cópia genética de

6 de agosto de 2015

Pesquisa com células-tronco indica cura para diabete tipo 1

A doença ocorre quando o sistema imunológico do corpo humano destrói as células que controlam o nível de açúcar no sangue. Uma equipe de Harvard usou células-tronco para produzir centenas de milhares dessas células em laboratório. Testes em ratos mostraram que elas podem tratar a doença, procedimento que especialistas descreveram como "potencialmente um grande avanço médico". Células beta no pâncreas produzem insulina para baixar os níveis de açúcar no sangue - Mas o próprio sistema imunológico do organismo pode se voltar contra as células beta, as destruindo e deixando a pessoa com uma doença potencialmente fatal, pois o corpo passa a não conseguir regular o nível de açúcar no sangue. A doença tipo 1 é bem diferente da diabetes tipo 2, que é de incidência mais comum por ser causada por um estilo de vida pouco saudável. Coquetel perfeito - A equipe de Harvard foi liderada pelo professor Doug Melton, que começou sua busca pela cura da doença quando seu filho

30 de julho de 2015

Cientistas australianos criam pequeno rim com células-tronco

Cientistas australianos conseguiram criar um rim do tamanho de um feto de cinco semanas a partir de células-tronco. Os especialistas submergiram as células-tronco em concentrações perfeitamente calibradas de moléculas denominadas fatores de crescimento ou tróficos para guiá-las no crescimento deste órgão em processo que imitava o desenvolvimento normal. Os cientistas utilizaram um molde para a criação do órgão e destacaram que ainda faltam várias décadas para que possam produzir este tipo de órgãos para transplantes. A criação do rim com células-tronco Estes resultados inicias, são significativos e promissores, porque revelaram o fato de que as células-tronco podem ser organizadas no laboratório para produção de tecidos artificiais que podem substituir os tecidos danificados. A princípio, os cientistas queriam que as células-tronco produzissem somente um tipo de célula do rim, mas no transcurso das pesquisas notaram que podiam formar dois tipos de células

23 de julho de 2015

Célula-tronco ajuda a produzir vasos sanguíneos para facilitar transplantes

Presença de células do próprio receptor no segmento a ser implantado reduz ao mínimo a necessidade de usar imunossupressores para evitar a rejeição. Imagine uma reforma de casa tão radical que inclua a remoção da pintura e do reboco das paredes, deixando desnudos os tijolos que formam a sua estrutura. Essa metáfora é útil para entender os projetos em andamento no Laboratório de Engenharia Celular (LEC) coordenado pela hematologista e hemoterapeuta Elenice Deffune na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu. Em vez de tinta e cimento, o trabalho dos pesquisadores envolve a remoção das células que recobrem estruturas ocas do corpo, como a traqueia e os vasos sanguíneos. Esse procedimento, conhecido como descelularização, é o primeiro passo de uma transformação mais ampla: a produção de órgãos e tecidos de reposição formados por células com as características genéticas do receptor. Usando essa estratégia, o cirurgião vascular Matheus Bertanha está desenvolvendo

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