

Mais um avanço no combate ao mal de Parkinson. Pesquisadores brasileiros estão animados com os resultados do uso de células-tronco no tratamento da doença. O experimento, que utilizou células tronco-embrionárias, fabricou neurônios produtores de dopamina, conseguindo deixá-las saudáveis e funcionais durante os quinze meses de duração do estudo. As células-tronco, introduzidas em camundongos, foram capazes de restaurar, nos animais, a função motora, sem desenvolvimento de tumores. O mal de Parkinson é uma doença provocada pela degeneração e morte de neurônios produtores de dopamina no cérebro. Ela afeta mais de 10 milhões de pessoas no mundo. Os tratamentos atualmente são realizados através de remédios e implantes elétricos, que provocam diversos efeitos colaterais e não conseguem o principal, que é deter o avanço da doença. Estudos anteriores comprovaram a eficácia das células-tronco embrionárias na melhora da função motora dos animais, mas os tumores que surgiam durante o trata
Uma equipa de cientistas norte-americanos diz ter identificado e isolado, pela primeira vez, uma população de células-tronco capazes de promover a formação do crânio e reparar o tecido ósseo craniofacial em cobaias de laboratório. As descobertas, garantem, podem ser um passo importante para usar as células-tronco na reconstrução dos ossos da face e da cabeça, no futuro, de acordo com um artigo publicado na Nature Communications. O autor sénior da pesquisa, Wei Hsu, do Instituto Eastman de Saúde Bucal do Centro Médico da Universidade de Rochester, disse que o objetivo é entender melhor e encontrar uma terapia com células-tronco para uma condição conhecida como craniossinostose, uma deformidade do crânio em crianças, que muitas vezes leva a atrasos no desenvolvimento e pressão elevadas com risco de vida. Wei Hsu acredita que os seus resultados contribuem para um campo emergente que envolve a engenharia de tecidos que usa as células-tronco e outros materiais para inventar formas super
Estudo de brasileira já apresenta bons resultados para tratar lábio leporino. A reconstrução óssea por meio de células-tronco já não é uma realidade tão distante e poderá ajudar a pessoas com deficiências de nascença ou até mesmo com traumas por causa de acidentes. Segundo estudo de Daniela Bueno, especialista em genética humana e células-tronco pelo Instituto de Biociências da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês Daniela Bueno, o tratamento salvará pacientes que sofrem com lábio leporino, por fazer crescer a formação óssea do céu da boca com eficiência e com custo até mais baixo. A doença é uma malformação, que divide o lábio superior em duas partes, mas pode atingir todo o céu da boca e a base do nariz, e que provoca má nutrição, distúrbios respiratórios, problemas de fala e audição, infecções crônicas, alterações na dentição e afeta um em cada 650 brasileiros. Em sua pesquisa, a cientista utilizou células-tronco da polpa do dente
GE Healthcare, a Agência de Desenvolvimento Econômico Federal para o Sul de Ontário (FedDev Ontario) e o Centro de Comercialização de Medicina Regenerativa (CCRM) estão construindo um centro para tecnologias avançadas de células terapêuticas em Toronto com um investimento de CAD$ 40 milhões da GE e da FedDev Ontario. O centro está sendo criado para acelerar o desenvolvimento e adoção de tecnologias de produção de células que melhoram o acesso de pacientes às novas terapias com base em medicina regenerativa. Parceiros de empresas farmacêuticas, de biotecnologia e de terapia celular serão recebidos com satisfação pelo CCRM e GE para tonar esta iniciativa possível. A implantação em larga escala de terapias com base em células possui enorme potencial econômico e social para transformar o curso de doenças incuráveis. Até 2025, o mercado global de terapias com base em células deve superar a marca de US$ 20 bilhões, com 21%1 de taxa de crescimento anual. Os principais alvos
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, conseguiu poupar os ratos de uma série de estudos que envolvem o teste de drogas, o transplante de neurônios e a observação do funcionamento de células-tronco. A medida se tornou possível depois de os cientistas criarem, em laboratório, milhares de minicérebros, minúsculas estruturas feitas a partir de células-tronco e compostas de redes neurais verdadeiras, que começam a transformar as pesquisas em neurologia. Apesar de não serem um órgão completo, os minicérebros contam com uma rede conectada de células, estruturas proteicas e formato tridimensional, o que permite a realização de diversas pesquisas sem a necessidade de usar animais. A técnica é recente — foi consolidada pela primeira vez em 2013 — e, agora, mostra a capacidade de permitir estudos sem forçar o orçamento. Os cientistas de Brown conseguiram fabricar as estruturas a partir de amostras do córtex de roedores com um investimento de US$