

Descobertas recentes e estudos bem sucedidos estão fazendo a ciência mundial voltarem os olhos para o Brasil. É que uma equipe de cientistas da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, tem conseguido resultados surpreendentes em pesquisas com células-tronco e, devido ao sucesso, mereceram destaque em importantes periódicos mundiais, entre eles o Jama (Journal of the American Medical Association). As novidades foram apresentadas recentemente, durante palestra no Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), no Rio de Janeiro, feita pelo Dr. Eduardo Couri, um dos líderes das pesquisas. Células-tronco Hematopoéticas Um dos protocolos apresentados foi o “Transplante Autólogo de Células-tronco Hematopoéticas em Pacientes com DM1 Recém-Diagnosticado”. De acordo o Dr. Eduardo Couri, é feita inicialmente uma coleta de células-tronco hematopoéticas e, em seguida, elas são congeladas. Após duas semanas, faz-se a imunossupressão severa com o intuito de destrui

O grande anseio de Cristiano Ronaldo para voltar a atuar no Real Madrid pode fazer o clube recorrer a medidas extraordinárias, e uma das opções em aberto é submeter o atleta a um tratamento com células-tronco visto como revolucionário na medicina, a fim de deixar o craque apto para o jogo de volta na semifinal da Liga dos Campeões diante do Manchester City. O camisa 7 ficou de fora do primeiro jogo, em Manchester, devido a uma lesão no tendão e enfrenta agora uma corrida contra o tempo para retornar ao campo a tempo. O astro português viajou para a uma clínica em Madri na quarta-feira (27/04) e realizou um exame de ressonância magnética, que revelou o problema muscular. O tratamento raro consiste em usar uma amostra de células saudáveis de sangue ou da medula óssea do jogador e injetá-los na área danificada em seu tendão, para que o tempo de recuperação seja acelerado. O tenista ex-número 1 do mundo Rafael Nadal já passou por técnicas semelhantes para conseguir se curar de lesão.
Uma lesão crônica no joelho direito deve tirar Luan do restante da temporada. Já é certo que o meia-atacante do Atlético-MG não joga nos próximos meses, informação confirmada pelo médico do clube e da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar. No entanto, a situação de Luan é bastante complicada. Como o problema no joelho também é genético, pela formação, o jogador do Atlético esteve nos Estados Unidos, no último final de semana, para fazer exames complementares. Luan e Rodrigo Lasmar estiveram em Nova Iorque e Chicago. "Fomos para os Estados Unidos e chegamos pela manhã (20/04), fomos dois dos centros mais avançados de ortopedia do mundo. O objetivo era fazer exames mais detalhados, avaliações mais completas. Tínhamos uma opinião, mas de qualquer maneira era importante trocar informações e ter outras opiniões. Tudo para fazer o melhor para o jogador", explicou o médico do Atlético, que vai fazer uma artroscopia no joelho de Luan. Como a lesão de Luan é agravada pela condição genética, o a

RIO - Um estudo do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) divulgado em 14/04, mostra um método de redução de tempo de recuperação de fraturas com o uso de células-tronco do próprio corpo. Os avanços conseguidos podem reduzir o número de faturas não se curam, o que seria 20% dos casos de todas as fraturas, segundo dados do instituto. Cerca de 15% das cirurgias realizadas no Into são de emergência por fraturas, com casos tão graves que não basta recolocar o osso quebrado no lugar. "A motivação para investigar esses casos teve base na quantidade de fraturas que tratávamos e simplesmente não cicatrizavam. Por que, afinal? Como a gente poderia resolver?", conta o cirurgião Leonardo Rocha, chefe de Trauma Adulto e Idoso do instituto. A pesquisa, com 13 pacientes, resultou em uma técnica capaz de deslocar o dobro de células-tronco normalmente produzidas pelo corpo para o foco das fraturas, forçando uma melhor cicatrização do ossos. O método usa um instrumento chamado fresa

Um estudo inédito do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), com sede no Rio de Janeiro, para tratar o desgaste das articulações entre os ossos pode representar, no futuro, o fim do uso das próteses sintéticas tradicionais utilizadas em milhares de pacientes com artrose. A artrose é uma doença que ataca as articulações e que resulta, principalmente, no desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, mas que também danifica ligamentos, a membrana sinovial e o líquido sinovial. Segundo dados do Ministério da Saúde, a artrose atinge 15 milhões de pessoas no Brasil. A pesquisa, inteiramente desenvolvida no Sistema Único de Saúde (SUS), é coordenada pelo cirurgião ortopedista Eduardo Branco, que investiga um tipo específico de célula-tronco no líquido sinovial, que reveste as articulações do corpo, como as do joelho, quadril e ombro. O estudo, que ainda está na primeira fase-laboratorial – foi apresentado pela primeira vez no Congresso Mundial