

O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia do local que ficou sem circulação sanguínea adequada. Praticamente toda a recuperação da doença cerebral ocorre nos seis primeiros meses. Nos Estados Unidos, cerca de sete milhões de sobreviventes ao AVC sofrem de alguma consequência da doença que varia de acordo com a sua gravidade. Um teste clínico finalizado recentemente demonstrou uma grande melhoria no quadro dos pacientes, mesmo naqueles que sofreram o AVC há vários anos. Neste procedimento, realizado pelo neurocirurgião Gary Steinberg, as células-tronco são injetadas diretamente no cérebro dos pacientes. Deve-se destacar que não são injetadas células embrionárias ou fetais, e sim, uma variedade de células adultas, que são células que se transformam em músculo, gordura, osso e tendões.Os pacientes pelos quais haviam sofrido seu primeiro AVC entre seis meses e três anos

A dois passos do paraíso científico: pesquisadores descobrem padrões genéticos que servirão para construir neurônio. Uma equipe internacional de pesquisadores demonstrou que é possível construir um neurônio com dois códigos genéticos diferentes, o que contribuirá para o avanço das pesquisas das doenças causadas pela degeneração dos neurônios, como a demência e o Alzheimer. O trabalho, publicado na revista “Plos Biology”, foi dirigido pelo médico Jonathan Benito-Sipos, do Departamento de Biologia da Universidade Autônoma de Madri (UAM), em parceria com pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia. Cérebro, essa intrincada rede - O cérebro humano tem cerca de 100 bilhões de neurônios, de 10 mil tipos diferentes, que se ligam no lugar adequado como um quebra-cabeças para formar a complexa e intrincada rede neuronal que nosso cérebro usa para transmitir informação, adquirir conhecimento e conduzir nossas emoções. Mas com o tempo os neurônios, como qualquer célula do corpo, se

O projeto de pesquisa do cirurgião plástico natalense Dr. Charles Sá em relação a aplicação de células-tronco em pacientes em tratamento de rejuvenescimento facial teve uma nova fase inicida, em Natal entre os dias 22 e 23 de junho/16 na clínica Performa, na qual o cirurgião é diretor. A pesquisa intitulada “Alterações cutâneas em face humana pós tratamento com uso de células mesenquimais (tronco) do tecido adiposo” é pioneira no mundo e teve sua primeira fase em 2012 em Natal com 20 pacientes na faixa etária de 45 a 65 anos. “Diferente da primeira fase vamos avaliar a ação das células-tronco pós armazenamento na pele dos pacientes. A segunda fase da pesquisa vai avaliar o efeito de rejuvenescimento da pele humana através de testes clínicos”, destaca dr. Charles Sá. Os pacientes receberão a nova aplicação de células-tronco para avaliar a elasticidade cutânea. Os resultados positivos devem ser confirmados até o fim do ano. Com 20 anos de atuação em cirurgias plásticas, o médico é

Procedimento pouco invasivo pode reduzir drasticamente a dor crónica provocada pelos discos danificados. As dores nas costas são uma das principais causas de incapacidade em todo o mundo, e tratá-las também pode ser doloroso – física e monetariamente. As ‘soluções’ tradicionais passam por analgésicos ou cirurgia, mas os cientistas parecem ter descoberto a capacidade curativa das células-tronco dos próprios pacientes no tratamento de discos lesionados. Como reporta a revista Men’s Health o mais recente procedimento para tratar as dores nas costas chama-se células-tronco mesenquimais multipotentes e consiste em remover células estaminais da medula óssea ou da gordura do paciente e depois reinjetá-las, numa forma concentrada, nos discos espinais danificados e que provocam a dor. Este tratamento cria um ambiente pró-crescimento para ajudar a curar o tecido do disco lesionado – dando mais potencial curativo e reparador ao próprio corpo, como destaca Jeffrey Zeckser, especialista em ort
Um grupo de médicos afirma ter encontrado uma maneira de conter a esclerose múltipla. No entanto, segundo o estudo publicado na última sexta-feira (10/06), esse é um tratamento de alto risco, que não pode ser generalizado. De acordo com a pesquisa publicada na revista médica britânica The Lancet, 24 pacientes entre 18 e 50 anos foram tratados no Canadá de esclerose múltipla mediante uma potente quimioterapia, destinada a destruir o sistema imunológico antes de um transplante de células-tronco fabricadas pela medula óssea. O tratamento freou o desenvolvimento de novas lesões cerebrais nesses pacientes sem que fosse necessário tomar medicamentos. "Oito deles observaram uma melhoria estável sete anos e meio depois do tratamento", afirma o texto da revista. Um dos pacientes faleceu por complicações hepáticas e infecciosas causadas pela quimioterapia agressiva utilizada. Segundo a Lancet, esse é "o primeiro tratamento capaz de produzir este nível de controle da doença ou de recuperação n