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Notícias

4 de fevereiro de 2012

Células-tronco do doador podem evitar rejeição no transplante de rim

Um estudo ainda em andamento apresentou os primeiros resultados promissores sobre o uso de células-tronco para evitar a rejeição de transplantes de rim. A proposta dos médicos é usar as células-tronco para minimizar, ou eventualmente até eliminar, o uso de medicamentos imunossupressores. E essas células-tronco vêm do próprio doador do rim. Os imunossupressores evitam que o sistema imunológico veja o novo rim como um invasor e comece a atacá-lo. O problema é que esses medicamentos têm inúmeros efeitos colaterais, incluindo hipertensão, doenças do coração, infecções, diabetes e câncer. Doador e receptor não equivalentes "Os resultados preliminares deste estudo que estamos realizando são entusiasmantes e poderão ter um impacto significativo na transplantação de órgãos no futuro," disse o Dr. Joseph Leventhal, do Hospital Northwestern Memorial (EUA). O estudo é pequeno, e envolveu 8 pacientes. Destes, 5 puderam deixar de usar os imunossupressores de

30 de janeiro de 2012

Primeiras linhagens de células-tronco de polpa dentária humana são obtidas na UFJF

Uma equipe do Laboratório de Genética do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) extraiu células-tronco de polpa dentária humana de dentes decíduos (de leite). A equipe obteve sucesso com as pesquisas feitas a partir da doação de dentes de leite de duas crianças, ambas com 6 anos. Os resultados obtidos estabeleceram as duas primeiras linhagens de células-tronco adultas da Universidade: a UFJF1 e a UFJF2. As próximas linhagens que serão estabelecidas ainda este ano serão as células-tronco de tecido adiposo e a do tecido do cordão umbilical. Assim como a polpa de dente de leite, o tecido adiposo – obtidos de lipoaspirações – e o tecido do cordão umbilical são materiais que, frequentemente, são descartados no lixo, mas que são ricos em células-tronco, podendo ser utilizados em pesquisas. Candidata à Engenharia Elétrica tem maior nota do vestibular 2012 da UFJFUFJF seleciona professor para departamento de Ciências Biológicas

21 de janeiro de 2012

Células-tronco podem reparar córnea danificada

Alguns problemas de visão só podem ser resolvidos com uma nova córnea. Contudo, existem escassez de córneas para serem doadas e enorme fila para o transplante, o que aumenta as chances de cegueira para muitas pessoas que aguardam a cirurgia. Agora, pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, conseguiram cultivar com sucesso, pela primeira vez, células estaminais em córneas humanas, o que, a longo prazo, pode diminuir e até eliminar a necessidade de doadores. Na Suécia são realizados cerca de 500 transplantes de córnea por ano, sendo que, no mundo, esse número chega a 100.000. A córnea danificada pode deixar o paciente cego e, para que isso não aconteça, é preciso substituí-la por uma saudável. Contudo, para que a cirurgia seja realizada, é necessária uma nova córnea, que é doada. Publicado na revista científica Acta Ophthalmological, o estudo utilizou as instalações do Hospital Universitário de Sahlgrenska e mostra que células-tronco humanas podem ser util

14 de janeiro de 2012

Célula-tronco recupera tecido de coração infartado

Pesquisadores americanos deram um passo considerado promissor para o tratamento de infartados. Usando células-tronco retiradas do coração do próprio paciente, cientistas conseguiram diminuir pela metade a área lesionada, onde se formam cicatrizes. Os cientistas anunciaram, ainda, que foi possível regenerar o tecido original. O trabalho foi publicado ontem na revista médica "Lancet". Realizada pelo Instituto do Coração Cedars-Sinai, a pesquisa mobilizou 25 pacientes. Antes do tratamento, eles tinham cicatrizes (tecido lesionado, sem circulação sanguínea) no coração que representavam, em média, 24% do ventrículo esquerdo, caindo para 16% após seis meses de tratamento e 12% depois de um ano. Tratamento pode começar em 2016 - Mesmo estando em fase de testes de segurança, os resultados foram considerados animadores. Será necessário realizar novos experimentos, que comprovem a eficácia da terapia. Diretor do Instituto do Coração Cedars-Sinai e um dos pesquisadores envolvidos

3 de janeiro de 2012

Cientistas isolam célula-tronco produtora de óvulos

Médicos pensavam que mulheres nasciam com número limitado de óvulos. Uma pesquisa publicada no final de fevereiro, pela revista científica “Nature Medicine” descobriu no ovário de mulheres em idade reprodutiva células-tronco capazes de produzir novos óvulos. A descoberta quebra um paradigma da medicina. Desde a década de 1950, é consenso entre os especialistas que as fêmeas de todos os mamíferos nascem com um número limitado de óvulos. Quando esse estoque termina, chega a menopausa. “O objetivo primário do estudo era provar que células-tronco produtoras de oócitos [óvulos] existem de fato no ovário de mulheres durante a vida reprodutiva, o que nós acreditamos que esse estudo demonstra muito claramente”, afirmou Jonathan Tilly, autor do estudo, em material de divulgação do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA. O que, para os pesquisadores, é uma “demonstração muito clara” já vinha sendo buscada havia alguns anos. Em 2004, um estudo demonstrou pela primeira v

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