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Notícias

16 de abril de 2012

Filha briga com irmãs para manter pai morto congelado

É um caso inédito na Justiça. Segundo ela, o militar tinha o sonho de, um dia, ser ressuscitado pela ciência. A filha de um engenheiro da Aeronáutica, morto em fevereiro, briga com as irmãs pelo direito de manter o corpo do pai congelado, um caso inédito na Justiça Brasileira. Segundo ela, o militar tinha o sonho de, um dia, ser ressuscitado pela ciência. “Eu não perdi só um pai, eu perdi basicamente a minha vida”, diz Lígia Monteiro. Ainda emocionada, ela diz que está atendendo ao último desejo do pai, que era ser congelado. “Um sonho de ter uma oportunidade de viver de novo, ele acreditava nisso”, conta. Mas em Canoas, no Rio Grande do Sul, as duas irmãs de Lígia, filhas do primeiro casamento do pai, falam que o desejo dele era outro. “Quando nós íamos ao cemitério, sempre a gente ia lá no túmulo da minha mãe e ele falou pra mim: ‘eu gostaria de ser enterrado aqui’”, diz Denise Nazaré Monteiro. O corpo em questão é do engenheiro da Aeronáutica Luiz Felippe

3 de abril de 2012

Menina recebe veia transplantada obtida de células-tronco próprias

PARIS — Cirurgiões anunciaram ter transplantado a primeira veia desenvolvida em laboratório a partir das células-tronco de uma paciente de 10 anos, poupando-a do trauma de ter retirados vasos de seu próprio corpo. O procedimento inovador pode dar esperanças a pacientes que não têm veias saudáveis para uso em diálise ou cirurgia de ponte de safena, destacou um artigo publicado na revista médica The Lancet. Veias sintéticas são propensas a desenvolver coágulos e sofrer bloqueios e os receptores de veias de doadores precisam tomar medicamentos imunossupressores para o resto da vida para evitar rejeição. No caso estudado, uma equipe médica da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, extraiu um segmento de 9 centímetros da veia da virilha de um doador falecido e removeu todas as células vivas. Eles, então, injetaram no tecido células-tronco obtidas da medula da menina, diagnosticada com um bloqueio potencialmente letal da veia porta, um grande vaso que leva sangue

31 de março de 2012

Esquizofrenia e doenças do fígado: especialistas apresentam os avanços para tratamento com células-tronco

Um estudo inédito desenvolvido pelo Laboratório Nacional de Células-tronco da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) poderá revolucionar o tratamento de pacientes com esquizofrenia. A pesquisa conhecida como modelagem de doenças envolve 11 pacientes. De acordo com o Dr. Stevens Rehen, especialista em células-tronco e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, o objetivo é criar medicamentos eficazes para o tratamento da esquizofrenia com base nas características identificadas das células-tronco destes pacientes que foram diferenciadas (induzidas) em neurônios. Segundo o pesquisador, uma das descobertas é que o cérebro dos esquizofrênicos consome oxigênio, mas não produz mais energia e, sim, mais radicais livres, o que segundo Rehen é prejudicial ao organismo e pode estar associado a alguns aspectos da esquizofrenia. O hematologista, Eduardo Rego, explica ainda que várias doenças hematológicas benignas e malignas são candidatas a terapia celular, como a

22 de março de 2012

Cientistas brasileiros usam células-tronco para tratar dores de angina

Cientistas brasileiros conseguiram comprovar a eficácia do uso de células-tronco no tratamento de angina refratária, ou seja, a dor no peito que não passa com nada, nem com os tratamentos mais modernos. Não se sabe ao certo a causa desse problema, mas, muito provavelmente, há fatores genéticos envolvidos. O estudo brasileiro foi coordenado por Nelson Hossne, diretor-médico de um importante centro de pesquisa, sob orientação do professor Enio Buffolo, e foiá apresentado no Congresso Internacional de Insuficiência Coronariana, em Veneza. Atualmente, inexiste tratamento eficaz para esses pacientes. Segundo Hossne, a angina pode ser classificada de um a quatro e ocorre quando há obstrução nas coronárias e o músculo cardíaco deixa de receber a quantidade necessária de sangue. Isso provoca fadiga e intensa dor no peito. A de grau 4 é a pior e a pessoa sente dor incapacitante, ao menor esforço. Estima-se que cerca de 15% dos pacientes com insuficiência coronariana crônica vão sofr

11 de março de 2012

Escudo de células-tronco "pode proteger pacientes de efeitos da quimioterapia"

Cientistas nos Estados Unidos acreditam que pode ser possível usar um "escudo" de células-tronco para proteger pacientes de câncer dos efeitos colaterais da quimioterapia. O tratamento destrói células cancerosas, que se dividem rapidamente, mas também podem afetar outros tecidos saudáveis, como a medula óssea ou células sanguíneas, aumentando o risco de infecção e causando falta de ar e cansaço. Na nova pesquisa do Fred Hutchinson Cancer Research Center, publicada na revista científica Science Translational Medicine, células-tronco da medula óssea de pacientes com tumores cerebrais foram retiradas e modificadas com um gene resistente à quimioterapia. As células foram então injetadas novamente no sangue dos pacientes. "Este tratamento é análogo a disparar contra as células cancerígenas e as células da medula óssea, mas dando às da medula óssea um escudo protetor, enquanto se deixa o tumor desprotegido", disse a pesquisadora Jennifer Adair. Sobrevida maior - O pri

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