A alternativa se baseia no fato de a pesquisa ter comprovado a possibilidade de se fabricar glóbulos vermelhos em laboratórios a partir de células-tronco. Estudo feito por pesquisadores franceses da Universidade Pierre et Marie Curie, em Paris, dá esperança àqueles que, no futuro, necessitem de transfusão de sangue e queiram ser seus próprios doadores. A alternativa se baseia no fato de a pesquisa ter comprovado a possibilidade de se fabricar glóbulos vermelhos em laboratórios a partir de células-tronco. O estudo está publicado na revista científica norte-americana Blood. As pesquisas foram conduzidas por Luc Douay, do Hospital Saint-Antoine, da universidade. De acordo com os pesquisadores, para os pacientes contarem com os glóbulos artificiais são necessários mais avanços tecnológicos que possibilitem a produção em grande escala. Uma primeira transfusão desses glóbulos vermelhos fabricados em laboratório foi feita em seres humanos, mostrando q
Para o governo, decisão é uma "boa notícia" para pacientes que padecem de doenças aparentemente incuráveis. Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou um processo apresentado por dois cientistas do país contra o financiamento governamental para a pesquisa com células-tronco, representando uma vitória para o presidente Barack Obama. Obama reduziu, por meio de uma ordem executiva em 2009, as restrições à pesquisa com células-tronco impostas durante a Presidência de George W. Bush (2001-2009) e ampliou o financiamento para esse campo. A decisão do juiz Royce Lamberth chega depois que um tribunal de apelações determinou, em abril, que o Governo podia seguir financiando a pesquisa, enquanto o tribunal do distrito federal de Washington revisava o caso. Os cientistas James Sherley e Theresa Deisher sustentavam que o relaxamento das normas sobre financiamento para a pesquisa desviava fundos dos estudos com células-tronco de adultos, sua especialidade. O processo argumen
Tema de pesquisa polêmica, o uso de células-tronco na cirurgia plástica é debatido cada vez mais por especialistas. No encontro mundial de cirurgia plástica, realizado na Turquia, em maio, o cirurgião francês Yves-Gerard Illouz arriscou uma previsão: no futuro, a prótese de silicone será totalmente substituída pelo uso de células-tronco. Ninguém contestou. O respeitado médico francês foi quem inventou a lipoaspiração, em 1978, e a lipoenxertia logo depois (que injeta a gordura retirada em outra parte do corpo da paciente), para citar duas técnicas que, cada uma em sua época, foram recebidas com desconfiança pela classe medica. O uso de células-tronco na cirurgia plástica vem sendo tema de pesquisas, debates e muita polêmica nos últimos anos. De acordo com os cirurgiões, já há médicos vendendo falsos tratamentos. ''A gordura contém células tronco, mas é preciso que fique vem claro que o simples fato de injetar gordura no corpo, como é feito na lipoenx
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto começaram a testar uma combinação de células-tronco extraídas da medula óssea com três quimioterápicos para tratamento de pacientes com diabete tipo 1. O trabalho está sendo realizado em parceria com cientistas da Universidade Northwestern, em Illinois (EUA), e deve atender 30 pacientes - 10 no Brasil, 10 nos Estados Unidos e 10 no Hospital Saint-Louis, em Paris, na França. O protocolo da pesquisa permite a participação de voluntários a partir de 12 anos, que tenham apresentado os primeiros sintomas da doença há no máximo três meses. A diabete tipo 1 é uma doença autoimune, caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina, o que afeta a capacidade de metabolizar o açúcar. Essa forma da doença é mais comum em crianças e adolescentes. Se não for controlada, a doença pode afetar os rins, os olhos, a circulação e o coração. No tratamento, células-tronco da medula óssea são extraí
Todos vocês, naturalmente, já devem ter ouvido falar em "Medicina Regenerativa". Muitos, por influência midiática, podem ainda associá-la ao conceito exclusivo do uso de células-tronco, tratando-a como uma prática duvidosa e que ainda estaria longe de acontecer. Hoje, irei mostrar que é exatamente o contrário: a Medicina Regenerativa é a maior aliada da vida e está muito perto da prática clínica! Isso porque se utiliza de células novas para a recuperação daquelas danificadas. O DNA e o RNA das células novas são capazes de promover esta revitalização dos tecidos velhos. Isso acontece por intermédio de substâncias sinalizadoras chamadas citocinas, que podem promover aceleração da cicatrização, diminuição da inflamação, fortalecimento e ativação do sistema imunológico e aumento da capacidade de divisão ou diferenciação celular. E o mais interessante: muitas vezes são as células do próprio paciente que promovem a recuperação da estrutura danificada. Vejam, por exemplo, o caso