

Cientistas do Reino Unido descobriram uma maneira de reverter células-tronco mais velhas para um estado mais jovem e saudável. Os pesquisadores Michael Segel e Kevin Chalut, da Universidade de Cambridge abriram caminho para o desenvolvimento de tratamentos para doenças cerebrais relacionadas à idade, como as demências. À medida que nossos corpos envelhecem, músculos e articulações podem se tornar mais rígidos, tornando os movimentos mais difíceis e o enrijecimento cerebral relacionado à idade tem um impacto significativo na função das células-tronco cerebrais. Os cientistas descobriram como o aumento da rigidez cerebral gerado pelo envelhecimento causa disfunção das células-tronco do cérebro, as chamadas células progenitoras de oligodendrócitos (CPOs). Elas são um tipo de célula-tronco cerebral importante para manter a função normal do cérebro e para a regeneração da mielina, a bainha gordurosa que envolve os nossos nervos, que é danificada em doenças como a esclerose múltipla.

O transplante de células-tronco é indicado para restabelecer a superfície do olho, destruída por traumas químicos ou doenças inflamatórias. O problema acomete, geralmente, pessoas que trabalham com produtos químicos alcalinos, como os de limpeza; com tinturas e cremes para alisar cabelo; com a cal na construção civil; e também com ácidos presentes em baterias de carro O transplante de células-tronco é indicado para restabelecer a superfície do olho, destruída por traumas químicos ou doenças inflamatórias, que vem sendo realizado de forma mais prevalente nos pacientes que sofreram queimaduras na córnea. Por mais que pareça incomum, há casos bastante frequentes deste tipo de acidente, principalmente em pessoas que trabalham com produtos químicos sem o manuseio correto dos mesmos. “Para o procedimento, também chamado de transplante de células-tronco do epitélio da córnea, ou transplante de limbo, as células-tronco adultas podem ser transplantadas diretamente nos olhos queimados, mas

Descelularização, uma lavagem do órgão animal para repovoar tecidos com células humanas, está em estudo na Santa Casa; já cientistas da Universidade de São Paulo utilizam engenharia genética para criar alternativas que evitem rejeição nos pacientes. Em laboratórios de importantes instituições de pesquisa, especialistas estão debruçados em métodos para resolver o problema da fila para transplante de rim, que supera os 29,5 mil pacientes no Brasil. Com técnicas diferentes, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP) estudam meios de como usar rins de porcos para transplante em humanos. Na Santa Casa, o método pesquisado é a descelularização, que consiste em retirar as células do órgão do porco, por meio de lavagem com um tipo de detergente orgânico. Depois, o órgão é repovoado com células humanas. Fundador da startup de biotecnologia Eva Scientific, o bioengenheiro Andreas Kaasi integra a equipe do Instituto de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Educa

Segundo cientistas, cultivo em laboratório pode reduzir em até 96% as emissões de gases estufa associadas à produção convencional, poupar energia, terra, água e vida animal. A carne de laboratório é apresentada como uma alternativa "quase milagrosa" que promete revolucionar a indústria de alimentos, embora no momento esteja em uma fase incipiente de desenvolvimento e suscite mais perguntas do que respostas. Foi isso que informou um artigo publicado pela RTVE, da Espanha. "A carne artificial é aquela que é criada em laboratórios a partir de células-tronco extraídas de músculos e outros elementos orgânicos, como penas. Essas células são coletadas por biópsia, causando danos mínimos ao animal e, em seguida, se reproduzem de maneira controlada, de modo que elas cresçam e formem um novo tecido muscular", diz o texto. Os primeiros experimentos para produzi-la foram realizados pela Agência Espacial Norte Americana (NASA) no início dos anos 90. O objetivo era encontrar a fórmula para al

Equipamento chegou recentemente ao Instituto de Pesquisa com Células-Tronco. Recém-chegada, a primeira bioimpressora do Estado ajudará pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a desenvolverem tecidos. O equipamento do Laboratório de Pesquisa II do Instituto de Pesquisa com Células-tronco vai, inicialmente, trabalhar com a produção de pele, diz a professora Patricia. Embora pareça fina, a pele tem várias camadas de células. Então, não adianta fazer só o molde (como os feitos por impressoras 3D). Queremos produzir o molde, mas com célula, para regenerar a parte lesionada. Patricia ilustra o processo: — Na bioimpressora, enquanto eu faço as camadas, já estou colocando células em todos "os andares". Podemos dizer que uma impressora 3D imprime um "prédio", enquanto a bioimpressora faz o prédio com pessoas, com vida. Comentário CCB: A Dra. Patricia Pranke é uma referência mundial em pesquisas com células-tronco. Fonte: Jornal Zero Hora