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Notícias

17 de outubro de 2019

Alimentos de laboratório vão substituir o que comemos hoje?

 Carnes sintéticas e alimentos feitos em impressoras 3D são apostas para garantir comida no prato das futuras gerações. Pense em um hambúrguer vermelhinho, suculento, saboroso. Mais: nenhum animal precisou morrer para saciar sua fome. A batata frita, macia por dentro e crocante por fora, pode ter vários tipos de design, porque é moldada em uma impressora 3D. O restaurante de comida japonesa deixou o rodízio para trás e dispensou o sushiman; no lugar, sushis que não são feitos de peixe, preparados sob medida para cada cliente. Cenas de um futuro distante? Se depender de cientistas e startups, será a realidade em breve. E não é capricho. Se hoje somos 7,7 bilhões de pessoas no planeta, em 2050, seremos 10 bilhões, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). A produção de comida terá de ser 70% maior e, de preferência, prejudicando o mínimo possível o meio ambiente. Para isso, precisamos rever como nos alimentamos. O último Relatório do Painel Interg

10 de outubro de 2019

Linfoma não Hodgkin: novas drogas revoluciona tratamento do câncer que afeta sistema imunológico

Linfoma não Hodgkin (LNH). O inusitado nome entrou no vocabulário dos brasileiros depois que personalidades famosas, como os atores Reynaldo Gianecchini, Edson Celulari e a ex-presidente Dilma Rousseff, foram diagnosticados com esse tipo de câncer. E não é à toa que ouvir essas palavras está mais comum: no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano sejam diagnosticados 10.180 novos casos de Linfoma não Hodgkin. E, segundo a entidade, por motivos ainda desconhecidos, o número duplicou nos últimos 25 anos, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos. Mas, do que se trata esse tipo de tumor? Os Linfomas não Hodgkin são um conjunto de tipos de tumores, que têm origem nas células do sistema linfático, essencial para a proteção de doenças. Existem mais de 60 tipos diferentes, que são tratados de maneiras diversas. O hematologista Evandro Fagundes, do Grupo Oncoclínicas em Minas Gerais, explica que, dependendo das condições dos pacientes, a taxa de cura pod

3 de outubro de 2019

Estudo avalia a eficácia das células-tronco contra incontinência urinária

Primeiro trabalho do Brasil com essa abordagem busca mais uma solução para a incontinência urinária de esforço, que acomete de 15 a 35% das mulheres. Tossir, pegar um objeto pesado, correr de leve ou pular um obstáculo: atos banais do dia a dia como esses são capazes de fazer o xixi escapar de forma involuntária. É a incontinência urinária de esforço, problema que acomete de 15 a 35% das mulheres, sobretudo na faixa etária entre 45 e 65 anos. O parto vaginal e o envelhecimento são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do problema. Isso porque podem afetar nervos, músculos, vasos sanguíneos e o tecido conectivo do assoalho pélvico, responsáveis pela manutenção da continência urinária. O tratamento pode ser cirúrgico ou à base de fisioterapia. O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa (IIEP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e o Laboratório Stemcorp, especializado em coleta de células-tronco, está avaliando pela primeira vez no Brasil uma

26 de setembro de 2019

Com o auxílio de células-tronco, cientistas japoneses procuram a cura da cegueira

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, está utilizando células-tronco para pesquisar um método de curar e tratas córneas doentes ou danificadas, que causam a cegueira. Os cientistas estão aguardando aprovação do Ministério de Saúde do Japão, para que a técnica seja aplicada em pessoas que possuem estes problemas. A córnea é uma camada transparente do olho que, além de desempenhar uma função protetora, também é fundamental para a visão. O problema é que devido a sua fragilidade, as córneas podem ser danificadas ou destruídas por alguma doença no olho e pode fazer a pessoa perder a visão. Pensando nesse tipo de pessoas, os cientistas reprogramaram células de um doador para um estado semelhante a do paciente. Estudos em animais provaram que isso pode salvar e restaurar a visão. Atualmente, transplantes de córnas de doadores que morreram são usados para tratar córneas danificadas ou doentes, mas tecidos de qualidade são muito escassos. Agora a equipe planeja

19 de setembro de 2019

Pesquisadores da Unesp desenvolvem gel para tratar fraturas em animais

Dois pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), do campus de Botucatu, apresentaram para possíveis investidores a pesquisa de desenvolvimento de um gel, produzido a partir de fibrina (proteína existente no sangue, associada a células-tronco), usado para acelerar a cicatrização óssea em tratamento de fraturas, inicialmente em animais de pequeno porte, como cães e gatos. O compartilhamento de informações ocorreu durante o Show Case Emerge Labs Eurofarma. O estudo é conduzido pelo pesquisador Rui Seabra Ferreira Júnior e pelo orientando de pós-doutorado Denis Jeronimo Svicero, do Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap), da Unesp. Antes da apresentação, ambos passaram seis semanas aprendendo estratégias de propriedade intelectual, planejamento de testes in vitro e clínicos, bem como a modelagem de negócio e transferência de tecnologia para alcançar escala industrial, associados à experiência de uma grande empresa. Empreendedorismo - O Emerge Labs 201,

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