Nelson Hamerschlak I; Fabio P. S. Santos II; José Mauro Kutner II; Andreza A. F. Ribeiro II; Marcos de Lima III IHead of Hematology Department & Hospital Albert Einstein, São Paulo-SP & Brazil IIBone Marrow Transplantation Unit, Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo-SP & Brazil III Department of Stem Cell Transplantation and Cell Therapy, M. D. Anderson Cancer Center, Houston, Texas, USA RESUMO Segundo transplante homólogo é uma opção terapêutica para pacientes com leucemia linfoblástica aguda (LLA) que têm recorrência após o primeiro transplante. Entretanto, para pacientes sem parentes compatíveis, pode ser difícil encontrar um segundo doador não aparentado. Uma moça de 19 anos com pro-B LLA desde 1997 recebeu quimioterapia e entrou em remissão completa (RC) em quatro semanas. Alta dose de citarabina foi mantida por dois anos. Dois anos após o final do tratamento, a paciente apresentou recorrência, e recebeu o protocolo Hyper-CVAD (ciclofosfamida, d
Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, revelaram que estão desenvolvendo um novo tratamento para fraturas nos ossos e lesões nas cartilagens que utiliza células-tronco do próprio paciente. Eles estão tentando criar uma espécie de "andaime bioativo" com as células-tronco. Trata-se de uma espécie de tela rígida, com uma droga para ajudar na fixação das células-tronco, que seria colocada perto da lesão, dentro do corpo. A idéia dos cientistas é estimular as células-tronco do "andaime" a se desenvolver formando tecido ósseo ou cartilaginoso. A expectativa é de que a novidade possa ser testada em pacientes dentro de um ano. Idosos - Os cirurgiões disseram que a técnica poderia reparar lesões traumáticas tidas como difíceis de ser curadas normalmente. Brendon Noble, que liderou a pesquisa, disse que, inicialmente, os cientistas pretendem tratar lesões de cartilagem que tendem a não curar bem, ou fraturas ósseas causadas por traumas severos
Estudos têm 4 anos para apresentar resultados em 10 doenças. Biólogo comenta as linhas de pesquisa do ‘Disease Team Awards’. O momento é sem precedentes na história da medicina, especialmente numa área jovem e controversa como a das células-tronco. Cientistas estão extremamente ansiosos para ver os resultados desse investimento, prometido para 2013. Pela primeira vez na história, um órgão governamental dedica a “bagatela” de US$ 200 milhões para que se ache a cura – ou ao menos novas terapias que melhorem a vida dos portadores – de cerca de dez tipos de doenças, num prazo de 4 anos, utilizando-se células-tronco. A iniciativa, conhecida como “Disease Team Awards”, partiu do Instituto de Medicina Regenerativa da Califórnia (CIRM, na sigla em inglês) que propôs o desafio para a comunidade científica mundial. Os termos eram simples: curar ou melhorar a qualidade de vida de pacientes usando-se células-tronco. Valia qualquer tipo de células-tronco, qualquer tipo de estr
Técnica de regeneração da cartilagem já é utilizada em Londrina; pesquisadores também buscam alternativas para ampliar metodologias de regeneração óssea. Capazes de revolucionar a saúde, as células-tronco são utilizadas na medicina com diversas finalidades, entre elas, recuperação auditiva, regeneração de cartilagens e tendões, doenças do coração e cegueira. Os avanços na pesquisa e no uso da tecnologia já podem ser observados em Londrina. Especialistas oferecem tratamentos que vêm revolucionando a área ortopédica e, em Breve, devem avançar nos estudos sobre a reconstituição óssea em procedimentos dentários. Lesões nas articulações sempre foram um problema para pessoas que, além da dor, sofriam com as incertezas em relação à eficácia do tratamento. Segundo o ortopedista Jonas José Blanco, há pouco tempo a medicina encontrava dificuldade na recuperação da cartilagem, tecido que por não ser nutrido por sangue ou nervos não se repara quando lesado. “O paciente não via mais
Células-tronco embrionárias podem ajudar pacientes que apresentam déficits de aprendizagem e de memória após terem sido submetidos a radioterapia para o tratamento de tumores cerebrais, sugere um novo estudo. A pesquisa, feita por um grupo da Universidade da Califórnia, em Irvine (UCI) e em São Francisco, nos Estados Unidos, será publicada no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Restauração da aprendizagem e memória - No estudo, feito em ratos, foi observado que células-tronco transplantadas restauraram a aprendizagem e a memória a níveis normais quatro meses após a radioterapia. Por outro lado, animais submetidos à radioterapia e que não receberam células-tronco experimentaram um declínio de mais de 50% na função cognitiva. "Os resultados fornecem a primeira evidência de que tais células podem ser usadas para melhorar o dano induzido pela radiação do tecido cerebral sadio", disse Charles Limoli, professor